sábado, 28 de dezembro de 2019

Dietas restritivas podem estimular a desistência

É comum encontrarmos pessoas que se dispõem a fazer dietas e, principalmente, querem resultados rápidos. Contudo, essa pode não ser uma boa alternativa. Hoje há quem defenda que é mais válido focar em questões mais sociais; por exemplo: eliminar opções de restaurantes que servem fast foods ou comidas que você relaciona ao sobrepeso e, até mesmo, as companhias que sempre estavam com você quando acabava comendo mal.

Especialistas afirmam que esse tipo de atitude é melhor do que as dietas restritivas, pois estas, com o tempo cansam e desregulam nosso corpo; além disso, em algum momento a pessoa desiste, e, muitas vezes, começa a recuperar "o tempo perdido" durante a dieta comendo e engordando ainda mais (em comparação com o quadro anterior a dieta). 

De acordo com Sophie Deram, coordenadora do Projeto de Transtornos Alimentares da Universidade de São Paulo - USP - a dieta restritiva passa ao nosso cérebro a informação de que tem que repor aquela energia perdida através da dieta, ou seja, precisamos comer. Por isso voltamos da dieta comendo ainda mais.

De acordo com Michele Rasmussen Martins, nutricionista do Instituto Central do Hospital das Clinicas de São Paulo, as dietas muito restritivas não dão certo porque elas não atingem o centro do problema. 

A questão do sobrepeso vai muito além de uma simples questão de comer bem ou mal. Segundo Michele deve se atentar para a composição corporal da pessoa, com que frequência utiliza o banheiro; e focar em objetivos pessoais e não padronizados como, por exemplo, "preciso perder tantos quilos numa semana".  

O mesmo pensamento pode se ter para aplicação dos remédios. Não se deve buscar um especialista que vai te indicar um remédio para emagrecer ou, pior ainda, tomar remédio por conta própria, como já foi dito acima o segredo é focar no comportamento.

bbc.com.


quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Alimentos ultraprocessados podem ter relação com Diabetes tipo 2

Os alimentos ultraprocessados, carinhosamente chamados de guloseimas, podem trazer muitos riscos a saúde a longo prazo, dentre eles o diabetes. Além dessa doença também podem desencadear a obesidade e o câncer.

Para se chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade de Paris analisaram os hábitos alimentares de mais de cem mil pessoas entre 2009 e 2019. Durante a pesquisa, as pessoas eram entrevistadas sobre o consumo de 3500 tipos de alimentos diferentes, que foram classificados de acordo com seu grau de processamento. 

As categorias eram: "alimentos não processados/minimamente processados", "ingredientes culinários", "alimentos processados" e "alimentos ultra processados".  Além da classificação dos alimentos, também foi levado em consideração informações sociais e médicas, como: estilo de vida e histórico de consultas médicas.

Os resultados indicaram indícios consistentes da ligação entre o Diabetes Tipo 2 e o consumo de alimentos processados. De acordo com o resultado a carragenina, encontrada nos alimentos ultraprocessados, prejudica a tolerância a glicose, aumentando a resistência a insulina e inibindo sua sinalização. Além disso, apontou o Bisfenol A, encontrada em embalagens plásticas, e os metabólitos formados através do cozimento em alta temperatura à resistência a insulina.

Além do Diabetes Tipo 2, um estudo da Universidade de São Paulo (USP) indicou que as doenças cardiovasculares também podem ser desencadeadas através de alimentos processados. Segundo os estudiosos um acréscimo de 10% de alimentos ultra processados na dieta, já é o suficiente para aumentar em 12% o risco de doenças cardiovasculares.

uol.com.br;
saude.abril.com.br.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Como lidar com a compulsão alimentar?

A compulsão alimentar é um problema que atinge muitas pessoas. Ela consiste no ato de comer sem parar; na maioria das vezes, o compulsivo come sem fome. Este problema, geralmente, está associado a questões que não tem a ver com escolhas alimentares conscientes; muitas vezes estão ligados a depressão, estresse e outras questões.

As consequências da compulsão alimentar, logicamente, são as piores possíveis. Como comer, desequilibradamente, é prejudicial a saúde, a compulsão alimentar pode provocar doenças como a obesidade e o diabetes.

Há algumas maneiras de se prevenir contra a compulsão alimentar, confira: 


  • Evite dietas restritivas. Esse tipo de dieta causa abstinência; e assim, quando terminam, a pessoa volta comendo, ainda mais, aquele alimento que ela retirou de sua rotina;
  • Não pule refeições. Padronizar a alimentação, ou seja, comer o que está acostumado, diariamente, reduz a possibilidade de compulsão alimentar;
  • Beba bastante água. Beber água é importante para sabermos se o que sentimos é fome ou vontade de comer. Se você estiver com fome, a água não vai saciar a sua vontade de comer; porém se for, puramente, vontade de comer, essa vontade passa com um copo de água;
  • Coma mais fibras. As fibras reduzem a sensação de fome (tem o mesmo propósito da água). Podem ser encontradas nas frutas, nos legumes e nos alimentos integrais;
  • Evite ter junk foods em casa. Os junk foods são alimentos sem valor nutricional e, logicamente, eles apelam ao paladar para se manterem em evidência. O que você pode fazer para fugir deles é deixar de tê-los a mão, ou seja, não compre-os;
  • Pratique atividades físicas. O sedentarismo é uma das principais causas da obesidade e da compulsão alimentar. A atividade física é excelente para quem quer fugir disso;
  • Durma bem. A falta de sono, traz uma certa impaciência a pessoa, como se faltasse algo que impede que ela durma, e uma das alternativas buscadas por essas pessoas é a compulsão alimentar. Muitas pessoas pensam "não tenho sono, não tenho o que fazer...vou comer". Isso é péssimo para a saúde;
  • Tenha uma relação das coisas que come. Ter uma espécie de diário da sua rotina alimentar ajuda a pessoa a fazer uma auto crítica e buscar uma solução para o problema;
  • Planeje as refeições. Isso melhora a qualidade da dieta e, logicamente, diminui o risco de obesidade;
  • Coma devagar. Mastigar devagar é importante pois, durante o ato, o nosso cérebro recebe informações sobre a nossa saciedade. E, se uma pessoa come rápido, logicamente, essas informações demorarão para chegar, não vai haver tempo de assimilarmos nossa saciedade e, consequentemente, comemos mais do que precisamos;
  • Procure um especialista. O atendimento especializado é importante pois a compulsão alimentar atinge nosso cérebro e, as vezes, somente com a ajuda profissional conseguimos nos prevenir dela.
uol.com.br.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Proteínas são fonte de energia, porém seu consumo requer cuidado

O consumo de proteínas atualmente é moda entre as pessoas que praticam exercício físico; de fato, elas são fonte de energia e ajudam a melhorar a performance dos treinamentos (segundo a revista Nature, a proteína é vital para o corpo humano). Contudo, o consumo desenfreado de proteína pode gerar perigo para a saúde, como: doenças renais, no fígado e osteoporose, por exemplo.

No caso dos rins, segundo a coordenadora da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), Marcela Voris, o alto consumo de proteína eleva o ácido úrico no sangue, que pode aumentar o risco de formação de cálculos renais; risco que é aumentado, quando o indivíduo bebe pouca água.

As proteínas, contudo, não podem ser vistas como vilãs numa dieta. Por exemplo, uma das dietas de mais sucesso para emagrecer é a low carb, que consiste na substituição dos carboidratos por proteínas. Ela funciona porque as proteínas demoram mais a serem absorvidas pelo organismo, fazendo com que tenhamos uma sensação de saciedade prolongada. Assim comemos menos.

De maneira resumida podemos dizer que a dieta correta é aquela que apresenta equilíbrio. Segundo Voris, não adianta comer só batata-doce, por exemplo, o corpo precisa de outros elementos para se manter saudável. Segundo o Institute of Medicine (IOM), o consumo ideal de proteína diária fica em torno de 0,8 kg por dia.

uol.com.br.


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Água: boa para emagrecer e essencial para a saúde

Beber água é importante para quem quer emagrecer porque ela trata-se de um solvente universal, ou seja, dissolve qualquer alimento, após selecioná-lo em nosso organismo; além disso, tem a função de transportar nutrientes por nosso organismo e, também, faz parte de sua composição (ela responde por 70% de nossa composição corpórea).

Além de ter uma grande participação na composição corporal, a água realiza algumas funções no corpo humano:

  • Termorregulação: A água ajuda na manutenção da temperatura através do suor; quando suamos, eliminamos a água de nosso organismo, o que abaixa nossa temperatura corporal;
  • Transporte de substâncias: Ela transporta várias substâncias para todas as partes do corpo, pela corrente sanguínea;
  • Participa das reações químicas: A maioria das reações químicas só ocorrem em meio aquoso;
  • Proteção: Através de alguns fatores, a água protege o corpo. Exemplo, nossa lágrima, que contém água, protege os nossos olhos.
Durante o dia perdemos água através de eventos rotineiros, tais como:

  • Respiração;
  • Urina: principal forma de eliminação da água. Estima-se que, através da urina, chegamos a perder uma quantidade entre 1000mL e 2000mL de água por dia;
  • Fezes (nesse caso é importante ter cuidado com a desidratação nos casos de diarréia. A perda de água é tamanha, que pode nos levar a desidratação);
  • Suor: Através dele reduzimos a temperatura corporal.
Devido a grande quantidade de funções e a perda de grande quantidade de água, durante o dia, temos que ingerir muita água. O Ministério da Saúde aconselha o consumo de dois litros de água, diariamente.  


escolakids.uol.com.br;
educação.uol.com.br;
brasilescola.uol.com.br.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Bons hábitos alimentares podem ajudar no controle do diabetes

A nossa alimentação é parte fundamental para termos saúde. Dentre muitos males, a falta de uma alimentação adequada pode ajudar no desenvolvimento do diabetes. Uma alimentação rica em gorduras e pobre em fibras pode desencadear a doença.

Abaixo seguem algumas medidas que podem ser importante para a manutenção de uma boa saúde:

  • Diminuir o consumo de carnes gordurosas;
  • Aumentar o consumo de oleaginosas, como nozes;
  • Preferir alimentos que contêm água e fibras;
  • Comer frutas, vegetais e legumes diariamente;
  • Produtos lácteos sem gordura;
  • Diminuir ou abolir o consumo de alimentos ricos em açúcar.
Para aqueles que já sofrem com a doença, o ideal é focar na qualidade de vida. Precisam dar uma atenção especial a boa alimentação e qualidade de vida de uma maneira geral; a perda de peso atrasa os efeitos nocivos do diabetes, portanto vale a pena investir na atividade física moderada; levar a medicação a sério é muito importante. 


Segundo o doutor Luis Alberto Andreotti Turatti, da USP, essas recomendações devem estar acompanhadas de cuidado médico constante. Para melhorar a alimentação vale a pena consultar o Manual Oficial de Contagem de Carboidratos para as Pessoas com Diabetes e o Manual de Nutrição para Pessoas com Diabetes.

uol.com.br;
saude.novartis.com.br

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Alimentação pode ser importante no combate ao câncer

Os alimentos têm muitas funções em nosso organismo. Uma delas é nos proteger contra alguns tipos de doenças, como o câncer. O uso de alimentos de origem vegetal e a diminuição dos alimentos processados já pode ser um primeiro passo para quem quer ter uma vida mais saudável e livre do câncer. A longo prazo, os bons hábitos alimentares nos deixa, cada vez mais, longe do câncer.

Entre as boas maneiras há a preferência por alguns alimentos que são fundamentais para a prevenção do câncer. Confira:

  • Cenoura: Eficaz contra o câncer de mama. Possui beta caroteno, que protege o DNA contra oxidação; além disso, nos protege da ação dos radicais livres;
  • Brócolis: Possui glicosinolatos que são substâncias quimiopreventivas;
  • Alho e cebola: Auxiliam na eliminação de toxinas que favorecem o surgimento de doenças degenerativas como o câncer. Segundo um estudo publicado no International Journal of Cancer, o uso do alho e da cebola estão ligados a uma redução do risco de câncer do intestino;
  • Tomate: Previne as células do corpo humano e o colesterol contra oxidações. Previne o câncer de próstata;
  • Pimenta: Previne o câncer, doenças de natureza cardiovasculares, diabetes. Além disso, a pimenta é anti-inflamatória e analgésica;
  • Berinjela: Estimula o sistema imunológico, preserva as funções vitais e protege contra o câncer;
  • Semente de linhaça: Outro alimento que protege o organismo, aumentando sua defesa e diminuindo o ritmo de envelhecimento celular. Também possui propriedades antioxidantes. 

inca.gov.br;
terra.com.br.

Produtos orgânicos podem não ser tão saudáveis

Seguindo na onda "natureba" continuaremos falando dos alimentos orgânicos, que são aqueles livres de substancias industrializadas como os agrotóxicos. Os orgânicos não são 100% naturais pois durante seu cultivo o agricultor, obviamente, se vê obrigado a usar pesticidas e outras substâncias artificiais para manter o alimento em bom estado.

Nisso há um problema. Muitos agricultores usam o sulfanato de cobre; e ele é altamente tóxico para pessoas e também para a natureza. Em nós pode causar problemas no fígado e nos rins e na natureza pode contaminar rios e lençóis freáticos. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reforça essa ressalva ao afirmar que o simples fato de ser orgânico, não confere qualidade nutricional ao alimento.

Já houveram casos de morte de pessoas que se alimentavam de produtos orgânicos. Em 2011, mais de três mil pessoas foram infectadas e 53 morreram ao consumirem um broto de feijão que eram cultivados em uma fazenda orgânica da Alemanha.

O selo "orgânico" nem sequer protege os animais da tortura. Pois, quando dizemos que algo é orgânico, queremos dizer que não foram usados antibióticos neles e, em muitos casos, para manter a denominação, os criadores deixam os animais sofrerem com dores e outros males. 

O solo também é vítima desse "selo de qualidade" orgânico. Como a modalidade proíbe o uso de artigos químicos para o tratamento do solo, o produtor acaba por usar mais água, mais terra e mais intervenção mecânica para controlar pragas; dessa maneira, aumenta-se o uso de combustíveis fósseis, produzindo mais gases que contribuem para o efeito estufa.

Portanto, não caia na modinha da compra de produtos orgânicos, achando que está fazendo um bem para o universo pois, como foi visto acima, pode não estar.

uol.com.br.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Brasil é um dos países que mais usa agrotóxico no plantio

O Brasil vai bem... quando falamos de plantio usando agrotóxicos. Segundo a Unesp, Universidade Estadual Paulista, o Brasil se destaca entre os quinze maiores consumidores de agrotóxicos no mundo. Esse dado é alarmante se considerarmos a opinião do Instituto Butantã que os dez agrotóxicos mais utilizados no Brasil são prejudiciais a saúde.

Diante desse cenário os produtos orgânicos aparecem como uma resolução natural para o problema. Contudo não é; os preços cobrados no comércio brasileiro são extorsivos e acabam não oferecendo uma saída justa para o consumidor, que acaba comprando o alimento mais popular e cheio de agrotóxicos. 

Contudo há feiras de produtores orgânicos onde os preços são mais flexíveis; as feiras livres tradicionais também aparecem como uma saída, além de ser bom para o consumidor e para o produtor, ambos ganham (o consumidor na qualidade e o produtor financeiramente).

Os alimentos orgânicos, além de não ter agrotóxico, são saudáveis também pela forma como são cultivados. São cultivados de forma natural. 

No caso de carnes e ovos, quando esses são orgânicos, os animais não recebem anabolizantes, antibióticos ou hormônios. Esses itens podem trazer malefícios a saúde (se consumidos ao longo prazo).

O único problema é o custo. Os alimentos orgânicos são mais caros, pois os custos são maiores e produzidos em menor escala.   

uol.com.br;
suapesquisa.com.



quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Podemos comer vários tipos de carboidratos

Os carboidratos em quantidade são um problema, mas isso não quer dizer que não possamos variar na qualidade. Ou seja, de uma maneira regrada, podemos variar a quantidade de carboidratos que comemos no dia-a-dia. Segundo João Felipe Mota, professor-doutor da Universidade Federal de Goiás (UFG), podemos emagrecer com dietas baseadas em carboidratos.

Os carboidratos ajudam a emagrecer porque quando realizamos esforço físico queimamos esse carboidrato que ingerimos, ou seja, acaba sendo benéfico para o emagrecimento.

A questão é saber a quantidade correta de um alimento que devemos comer por dia. Segundo João Felipe Mota,  é muito complexo saber a quantidade de carboidrato que uma pessoa precisa por dia. São vários fatores que podem influenciar no total que podemos comer; idade, altura, sexo e etc. E, como muitos sabem, o carboidrato é fonte de açúcar; e, se não "queimamos" esse carboidrato consumido, ele vira gordura em nosso organismo.

Uma boa opção é combinar vários tipos, pois os alimentos que são considerados carboidratos apresentam outros nutrientes, como vitaminas e minerais. Como exemplo, podemos citar o arroz; ele é conhecido por ser fonte de carboidrato, mas também apresenta magnésio.

Ao montar o prato de nossas refeições podemos fazer o seguinte: metade do prato deve ser verduras e legumes; um quarto carboidrato e o outro quarto proteína. A ressalva é a janta; pois, muitas vezes, comemos antes de ir dormir; e, nesse caso, não é bom consumir carboidratos, já que não haverá necessidade de obtenção de energia.

Apesar da mistura ser recomendada existem carboidratos que são mais saudáveis que outros. Estamos falando dos carboidratos complexos, que são ricos em fibras. São exemplos desse tipo os grãos integrais e os legumes. Eles têm baixo índice glicêmico, uma absorção lenta; assim mantêm a saciedade e o corpo com mais energia por mais tempo, sem causar picos de insulina. Por outro lado, os carboidratos simples são menos saudáveis, pois apresentam alto índice glicêmico; ou seja, eles podem causar picos de insulina no organismo.

Confira uma lista dos melhores tipos de carboidratos a serem ingeridos:


  • Pão: Coma os integrais, preparados com farinha especial. São mais eficientes para a nutrição;
  • Batata-doce: Apresenta baixo índice glicêmico, portanto não tem risco de pico de insulina, e não contém glúten;
  • Batata comum: Têm carboidrato e fibra;
  • Arroz: O branco apresenta carboidrato simples, o menos indicado. Nesse caso, o melhor é o arroz integral. Uma boa opção é colocar um vegetal acompanhando o arroz, pois esse torna a absorção do carboidrato mais lenta.
uol.com.br;
gnt.globo.com.



quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Não damos o devido reconhecimento as frutas

As frutas são, muitas vezes, negligenciadas como alimento. As pessoas, de uma maneira geral, não dão a devida importância as frutas em seu dia-dia.  O VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) afirmou que apenas um entre três adultos consomem frutas cinco vezes por semana. 

Algumas pessoas que tem como prática a sobremesa afirmam não aderirem as frutas pelo fato delas não terem um sabor adocicado. Na verdade essa desculpa não cabe, pois há muitas frutas doces, como exemplo, podemos citar a manga.

Outro argumento a favor do aumento de consumo de frutas é o fato delas serem, extremamente, nutritivas e terem baixa caloria. Elas apresentam Vitamina C, água, e muitos outros elementos que têm ação antioxidante, mantêm a hidratação do corpo e outros benefícios para o metabolismo; além de apresentarem, em média, 70 calorias apenas.

Contudo há um alerta a ser feito com relação as frutas. Consumir as frutas em seu estado natural é melhor do que prepararmos suco destas. Isso porque quando fazemos o suco destruímos as fibras e, assim, elevamos o índice glicêmico das frutas e, consequentemente, aumentamos nosso índice glicêmico, ou seja, nossa glicose. Para destruir essa produção extra de glicose, o corpo deverá produzir mais insulina. Isso abala nossa sensação de saciedade e, consequentemente, passamos a comer mais.

paolamachado.blogosfera.uol.com.br;
saude.novartis.com.br


quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Não precisamos de fórmula mágica para emagrecer

É muito comum ouvirmos de pessoas próximas que perderam peso cortando comida e coisas que traziam satisfação; a palavra "sacrifício" parece sagrada para quem quer emagrecer e, sem dúvida, ela é. Contudo podemos dizer que ela está mais atrelada ao nosso modo de vida no geral do que o tipo de comida que ingerimos.
Se analisarmos o dia como um todo, podemos dizer que, nas primeiras horas do dia precisamos de energia e, sendo assim, consumir café, pão e outros carboidratos pode ser importante para manter nosso corpo bem disposto pelo resto do dia. Sem contar que pode nos dar saciedade até que possamos fazer um lanche.

Comer em pratos rasos também é uma boa medida. Muitas vezes pegamos o prato fundo, por sentirmos mais conforto com esse prato, mas ele pode nos enganar na hora de colocar a comida e, dessa maneira, acabamos exagerando.

Para quem gosta de chá, de acordo com um estudo da USP (Universidade de São Paulo) o chá verde é uma ótima opção para quem quer emagrecer. Ele bem quentinho, auxilia na perda de gordura e na manutenção da massa magra.

O álcool é péssimo para quem quer manter a silhueta, principalmente, por conta das toxinas. Mas um estudo da Universidade de Navarro, na Espanha, afirma que, quando consumido com moderação, principalmente o vinho, ele ajuda a prevenir casos de obesidade.

Pesquisadores de Harvard indicam que a farinha branca e as bebidas açúcaradas também são péssimas para quem quer manter o corpo em forma.

uol.com.br.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Azeite de oliva é uma iguaria fundamental

O azeite de oliva tem uma função importantíssima em nossa dieta. De acordo com Juliano Garavaglia, doutor em biologia celular e professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul, o azeite de oliva é rico em ácido oleico, que dá estabilidade ao produto e proporciona diversos benefícios a saúde. 

Entre os benefícios podemos citar a capacidade de baixar o colesterol ruim (LDL), que ameaça as artérias, e melhora o HDL, colesterol bom. De acordo com Paulo Freitas, engenheiro alimentar da Universidade de Campinas, o fato de não passar por refino, torna o azeite de oliva uma fonte riquíssima de polifenóis e vitaminas.

Contudo, devemos ter cuidado com as latas de azeite de oliva. Há muitas fraudes no comércio de azeite, pois há fabricantes que comercializam azeite lampante como se fosse azeite de oliva. De acordo com Guajará Oliveira, presidente da Associação Rio-Grandense de Olivicultores, pois o azeite lampante se deteriora com muita facilidade e também é misturado a outros óleos vegetais, como milho, soja e girassol.

Os melhores tipos de azeite são os virgens e os extravirgens. Os extravirgens são mais puros, mas, por conta do processo de purificação, eles não contêm os antioxidantes que existem na versão virgem. Por outro lado, o azeite do tipo lampante é péssimo para o consumo; o processo de refino pelo qual passa, extrai todos os nutrientes do azeite.

Na categoria dos azeites extravirgens, que são os melhores, podemos identificar as marcas Andorinha, Borges, Carrefour Discount, Gallo, O-live e Qualitá. 

pragmatismopolitico,com.br;
proteste.org.br.

sábado, 31 de agosto de 2019

Não bebemos a quantidade de água que nosso corpo precisa diariamente

Todos sabem que a água é importantíssima para a saúde; mas como muitos sabem, não tomamos a quantidade mínima do que precisamos. Segundo uma pesquisa da Danone Research, tomamos cerca de 769 ml de água por dia, quando o ideal era dois litros diários. 

Sucos e refrigerantes poderiam ser incluídos, mas por conterem açúcar, não foram levados em consideração. Segundo a nefrologista Camila Rodrigues, do Hospital das Clínicas de São Paulo, sucos e refrigerantes não podem ser levados em consideração, porque eles não evitam a formação de pedra nos rins; aliás, podem aumentar esse risco, por conterem açúcar.

A água pura é extremamente benéfica para a saúde, de acordo com a nutricionista Ana Carolina Colucci Paternez, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Mackenzie, a fórmula da água, H2O, ajuda, exaustivamente, no processo de digestão, respiratório e cardiovascular; é importante também para a manutenção da temperatura corporal, no transporte de nutrientes e na eliminação de substâncias.

Apesar dos números ainda serem modestos, quando pensamos na quantidade de água que bebemos e o quanto deveríamos beber, há um aumento do consumo de água mineral no Brasil. Segundo Carlos Alberto Lancia, presidente da Associação Brasileira de Indústrias de Águas Minerais, Abinam, isso ocorre por conta de um aumento da preocupação dos brasileiros em buscar produtos saudáveis.

Além da água pura, existem outras opções para aqueles que não costumam beber água natural. Confira:


  • Água mineral: Não passa por nenhum tratamento. Apresenta vários componentes benéficos a saúde, devido ao lugar onde se encontra;
  • Água com gás: Hidrata o corpo, porém aumenta a possibilidade de formação de gases;
  • da torneira: Apresenta cloro que mata diversos parasitas. Contudo, não há garantia de que ela seja saudável;
  • Água alcalina: Possui pH acima de 7 (um corpo saudável precisa ter entre 7,35 e 7,45 no sangue). O pH na condição ideal, tem a capacidade de desintoxicar o organismo e harmoniza a bioeletricidade celular;
  • Água destilada: É a mais pura; porém não é saudável, por não apresentar nutrientes. É usada para produzir produtos industrializados.
Para Lancia, das opções acima, a melhor água para ser consumida é a mineral, pois passa por rigorosas fiscalizações a cada três anos; e a empresa que não se atende as exigências, é banida do mercado. 

saude.abril.com.br;
agua.cancaonova.com.








sábado, 24 de agosto de 2019

Confira os alimentos ricos em Vitamina K

A Vitamina K é vital para o bom funcionamento do corpo humano. Ela melhora a coagulação sanguínea, a cicatrização e fortalece os ossos; logicamente, a deficiência dessa vitamina pode causar hemorragias, surgimento de hematomas, problemas nos ossos e dores abdominais. A Vitamina K pode ser encontrada em vários alimentos, tais como: espinafres, repolho branco, couve manteiga, folhas de nabo e etc.

Quando age na coagulação sanguínea, a Vitamina K ajuda as proteínas a se transformarem em substâncias que contribuem para a coagulação sanguínea, como consequência, torna o processo de cicatrização mais eficiente.

Nos ossos, a Vitamina K melhora a fixação do cálcio nos ossos. Esse cálcio é importantíssimo para o fortalecimento dos ossos. Em casos de osteoporose, a Vitamina K é, muitas vezes, indicada.

Em casos de nascimento de prematuros, a Vitamina K também tem sua relevância. Crianças prematuras correm risco de hemorragia e, como dito no início do texto, a Vitamina K pode prevenir problemas desse tipo.

A Vitamina K se divide em três subcategorias: K1, K2 e K3. O tipo K1 é encontrado em alimentos de origem animal, o K2 é produzida por nossa flora intestinal e o K3 encontramos em suplementos industrializados produzidos em laboratório.

Possíveis problemas com a deficiência de Vitamina K são identificados através de exames de sangue. O público que mais corre risco de déficit dessa vitamina são pessoas que passaram por cirurgia bariátrica ou que tomam medicamentos que dificultam a absorção de gorduras.

uol.com.br;
minhavida.com.br.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Alimentos em excesso podem fazer mal

Existem vários tipos de alimentos na natureza (fora os industrializados). Quando falamos de alimentos naturais, logo temos a impressão de que trata-se de algo que nos vai fazer bem, melhorar nossa saúde, nosso dia-a-dia e isso é verdade. Porém não é algo certeiro; tudo vai depender da quantidade de determinado nutriente que ingerimos.

Por exemplo, vejamos as vitaminas. Quando se fala em vitaminas pensamos em algo bom para a saúde; mas o excesso de Vitamina C, por exemplo, pode neutralizar os radicais livres e provocar sangramento na gengiva; Vitamina A em excesso, pode causar desconforto abdominal, perda de peso, vômito e dores na cabeça; e a Vitamina D pode causar insuficiência renal.

As proteínas também podem ser um problema. Elas são excelentes fontes de energia mas, se a consumimos de forma desenfreada, ela pode gerar a obesidade.

O iogurte também é outro que está em uma linha tênue entre o saudável e o nocivo. Isso porque, enquanto está em seu aspecto natural, é de fato saudável; mas, quando vai para a industrialização, recebe uma grande quantidade de açúcar. A OMS (Organização Mundial da Saúde) determina que o consumo de açúcar (incluindo aqueles existentes nos alimentos) não ultrapasse 10% das calorias consumidas diariamente.

Isso vem sendo uma preocupação constante do Ministério da Saúde e da Anvisa que quer que as marcas mostrem com mais clareza sua composição nos rótulos. De acordo com Ana Clara Duran, nutricionista da Unicamp, o "lado ruim" do iogurte não é apresentado e seu consumo ocorre sem muita conscientização.

uol.com.br;
hojeemdia.com.br;
bbc.com.

terça-feira, 30 de julho de 2019

Conheça os alimentos que podem aumentar o risco de câncer

Alguns alimentos podem funcionar como vilões que desencadeiam uma doença perigosa e difícil de ser curada: o câncer. Para entendermos melhor a situação e nos precavermos, o site Uol trouxe esclarecimentos com duas especialistas (Michele Samora - chefe da residência de oncologia clínica da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e Georgia Bentes - nutricionista do SBOC - Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)

O primeiro desses alimentos, e muito popular, é a carne processada. Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), presunto, salame, peito de peru ou de frango defumado, salsicha e linguiça podem aumentar o risco de câncer; isso porque apresentam aditivos químicos que visam aumentar a validade e dão ênfase no sabor.

Legumes em conserva: Segundo o Inca, esses alimentos estão cheios de substâncias químicas, além de sódio, que podem alterar nossa mucosa gástrica, tornando nosso estômago mais vulnerável a lesões, que podem evoluir para um tumor.

Frutas, legumes e verduras com agrotóxicos. Os agrotóxicos podem causar câncer de próstata, leucemia e linfoma não-Hodking. Isso porque altera a composição celular. Não a toa, segundo o Inca, lugares onde têm maior incidência de uso de agrotóxicos apresentam mais casos de câncer.

Refrigerante sem açúcar: O Inca pôs essas bebidas na lista de alimentos com adoçantes artificiais potencialmente cancerígenos. Claro que vale a pena lembrar que o consumo, eventual, de refrigerante não vai causar câncer; são ameaçadas as pessoas que bebem compulsivamente. 

Carne bem passada, quase torrada: O Inca recomenda que a carne seja consumida ao ponto. Isso porque a carne passada demais produz alcatrão (o mesmo encontrado no cigarro), que pode provocar o câncer.

Alimentos industrializados com conservantes: Esses conservantes visam aumentar a longevidade do produto; mas, por outro lado, apresentam sódio e outros compostos químicos que podem lesionar a mucosa gastrica, provocando o câncer de estômago.

uol.com.br.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Consumo de álcool aumenta entre as mulheres

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um estudo que indica que as mulheres estão aumentando o consumo de álcool. Em 2010, 5,4% das mulheres diziam se diziam consumidoras de uma grande quantidade de álcool; uma segunda pesquisa, realizada em 2016, 6,9% das entrevistadas afirmaram beber em grande quantidade.

Para piorar, podemos dizer que, se tratando do álcool, as mulheres são um grupo vulnerável. As diferenças biológicas entre homens e mulheres fazem com que o sexo feminino seja menos resistente aos males causados pelo álcool.

Esse novo quadro, joga mais pressão sobre a área da saúde, pois quando há um quadro de alcoolismo, o indivíduo e as pessoas que vivem com ele sofrem muito e, além das consequências provocadas pelo álcool em seu organismo; há a situação da família que fica angustiada pela situação que um ente querido vive; questões relacionadas ao trabalho, já que nenhum empregador admite um funcionário bêbado que dá prejuízos para a empresa e causa desconforto em meio aos colegas; e, com certeza, a morte, pois, muitas vezes, a pessoa não consegue se libertar do consumo compulsivo de álcool, desenvolve doenças (como a cirrose), não trata e falece.

O consumo compulsivo de álcool também trás muitos problemas a curto prazo, como:


  • redução dos reflexos;
  • câncer;
  • danos cerebrais;
  • desnutrição;
  • problemas cardiovasculares; 

minhavida.com.br;
infoescola.com.






domingo, 14 de julho de 2019

Bebidas açucaradas aumentam risco de câncer

As bebidas açúcaradas, apesar de muito gostosas, são um "veneno" para nossa saúde. Um estudo indicou que tais bebidas estão, diretamente, associadas a uma maior incidência de câncer. A pesquisa mostrou que basta 100 ml por dia desse tipo de bebida, para que haja um aumento de, aproximadamente, 20% de incidência de câncer.

O refrigerante, por exemplo, é um dos vilões que merecem destaque nessa relação de bebidas perigosas para a saúde. Segundo o Ministério da Saúde, 30% dos jovens brasileiros, com idade entre 18 e 24 anos, afirmam consumir refrigerante diariamente.

Não é apenas a questão do câncer que preocupa, quando falamos de bebidas açucaradas. A obesidade é mais um problema que deve ser evitado desde que o indivíduo ainda é criança. A Pesquisa Nacional de Saúde, feita em parceria com o IBGE, indica que 30% dos pequeninos entram em contato com o refrigerante antes de completarem dois anos.

Uma maneira de fazer isso é não adoçar as bebidas naturais, deixe que a criança se habitue com o gosto característico de cada bebida, mesmo que seja um pouco amargo; um outro ponto importante é falar sobre os benefícios das bebidas naturais, de como são saudáveis e como podem melhorar a vida da criança.

Há também o diabetes, que pode ser desencadeado pelo alto consumo de açúcar. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1980, havia 108 milhões de casos de diabetes reconhecidos ao redor do mundo; no ano de 2014, esses números saltaram para 442 milhões.

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ibahia.com;
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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Café pode ajudar quem quer perder peso

Uma pesquisa mostrou que o café pode ser um aliado de quem quer perder peso. O estudo da Universidade de Nottingham analisou os efeitos de um copo de café, quando em contato com a gordura marrom, aumentou a atividade do metabolismo. Contudo, os cientistas não souberam determinar a quantidade correta de café, para que a atividade metabólica fizesse efeito.

Além do café, há muitos alimentos que podem ajudar quem quer perder peso. Confira:


  • Peixes e frutos do mar. Possuem Ômega-3 que ajudam a desinchar o corpo, desinflamando as células. Além disso, aceleram a transformação da glicose em energia, evitando o acúmulo desta no organismo.
  • Óleo de coco e outros óleos funcionais. Agem sobre o metabolismo da gordura, aumentando a quebra dos ácidos graxos, para a produção de energia, diminuindo o acúmulo de gordura. 
  • Iogurtes com probióticos. Possuem o probiótico, chamado CLA, que reduz o percentual de gordura e equilibra a flora intestinal, reduzindo o estufamento da barriga;
  • Alimentos integrais. Apresentam fibras que auxiliam na perda de peso. Quando em contato com a água, as fibras melhoram o trânsito intestinal, evitando o inchaço e o estufamento da barriga. Os integrais também desaceleram a absorção da glicose dos alimentos, diminuindo a quantidade de açúcar que chega as células;
  • Frutas vermelhas. Também auxiliam na perda de peso. Sua composição apresenta antioxidantes que tornam o sistema circulatório mais eficiente, o que ajuda na queima da gordura abdominal;
  • Chá verde. Possui uma substância chamada xantina, que aumenta a mobilização da gordura estocada no organismo, ajudando na perda da barriga;
  • Gengibre. Último item da lista, o gengibre é um termogênico que acelera o metabolismo e, assim, ajuda a queimar gordura. 
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terça-feira, 18 de junho de 2019

Combate a obesidade começa nos primeiros anos de vida da pessoa

Os hábitos diários de cada pessoa interfere, diretamente, em seu futuro, quando falamos de saúde. A obesidade, por exemplo, deve ser combatida desde os primeiros anos de vida do indivíduo. Atualmente, segundo o Ministério da Saúde, 13% dos meninos e 10% das meninas, já se encontram obesos no país. Sem dúvida, esse é um dado preocupante, que coloca o Brasil no top 10 dos países com as crianças mais obesas em todo mundo, com cerca de 40 milhões de crianças, com até cinco anos, nesse estado.

A solução para o problema não é difícil, apesar do desafio ser grande. Atitudes simples como trocar a comida processada e industrializada pelas naturais, já ajuda, significativamente, na alteração dessa realidade. Uma outra atitude é abusar das tradições, valorizando o almoço e a janta com o arroz e o feijão,combinação tradicionalíssima e muito nutritiva. Substituir as bebidas industrializadas pela água, sempre que possível, pode contribuir muito.

Se você é pai ou mãe; lembre-se que é exemplo para seu filho; e, sendo assim, quando falamos de comida não é diferente. Procure se alimentar da maneira mais correta possível; pois, seu filho assimila esse comportamento desde novinho.

A obesidade é uma tragédia, se tornou um problema de saúde pública que atinge o mundo inteiro. A cada ano aparecem 3,6 bilhões de obesos em todo mundo. Esse fato foi tema do II Encontro Regional Sobre Ações de Prevenção da Obesidade Infantil, liderado pela ONU (Organização das Nações Unidas). 

Quando falamos em obesidade, lembramos logo da alimentação. Mas é bom alertar que a obesidade não é uma doença consequente apenas da falta de cuidado quando vamos comer; na verdade, ela é uma consequência de um mal comportamento que é mais abrangente; exemplo, cada vez mais vemos mais crianças brincando com equipamentos eletrônicos, em detrimento a brincadeiras que mexem com o corpo, que estimulam a atividade física. 

A Sociedade Brasileira de Pediatria, por exemplo, aconselha que as crianças não fiquem por mais de duas horas diante de aparelhos eletrônicos. Com toda certeza, essa média está longe de ser atingida.

globoesporte.globo.com/eu-atleta.

Chás podem auxiliar na malhação

Quando se fala em exercício físico, muitas vezes ouvimos palavras como: suplementação, proteína, comer muito e bem e etc. Mas, a maioria de nós não sabe que o chá pode contribuir com nosso objetivo de alcançar um corpo mais elegante e saudável (já que muitos ajudam na queima da gordura corporal e aceleram o metabolismo).

Para orientá-lo melhor segue abaixo a lista dos chás que podem ajudar na construção de um corpo elegante.


  • Chá verde. Esse chá é rico em flavonoides que aumentam a termogênese e, assim, ajudam a queimar gordura e reduzem o colesterol, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, ele reduz o apetite. Para quem gosta de malhar, suas propriedades são parecidas com a da cafeína, auxiliando no acúmulo de energia para o treino. O chá verde também é importante para termos músculos saudáveis, auxiliando na recuperação destes (pós-treino);
  • Erva mate. Tem antioxidantes e fármacos que reduzem o colesterol, controlam o açúcar, previnem o organismo do envelhecimento precoce e problemas cardiovasculares; aumenta o gasto calórico e é diurética;
  • Chá de gengibre. Mais um termogênico que acelera o metabolismo, contribuindo para a diminuição do peso corporal. É bom também para quem faz atividade física, pois apresenta propriedades anti-inflamatórias, que diminui a dor, controlando a inflamação dos músculos;
  • Chá de canela: Apresenta polifenóis e o cromo que aumentam a sensibilidade a insulina e auxiliam no controle glicêmico; obviamente, ocasionando uma diminuição do peso corporal. 
feitodeiridium.com.br;
boaforma.abril.com.br.




 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Energético pode ser perigoso para o coração

Os energéticos, muito populares aqui no Brasil, podem ser um problema para nossa saúde cardiovascular. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o consumo de energéticos pode causar alteração no ritmo cardíaco e hipertensão. 

A Associação Americana de Bebidas afirma que o resultado da pesquisa não deve ser uma preocupação, uma vez que os energéticos são testados antes de chegarem ao consumidor.

Não é o que dizem os testes realizados com energéticos. Pesquisas indicam que quatro horas após o consumo dos energéticos, o ritmo cardíaco e a pressão arterial são alterados. Essa alteração pode, sim, ser uma arritmia cardíaca (que pode levar a morte).

De acordo com Vladimir Schraibman, gastro cirurgião do Albert Einstein, a pesquisa deve ser levada a sério, uma vez que "cada latinha de energético equivale a três xícaras de café"; e a consequência dessa cafeína em excesso é a intoxicação do organismo, resultando em "náuseas, taquicardia, tremores, insônia, irritabilidades e zumbidos".

Sachin A Shah, principal autora do estudo, disse ao Telegraph que o público deve se conscientizar mais e procurar mais informações sobre os problemas que o consumo de energéticos pode trazer para a saúde.

Uma das autoras da pesquisa, Kate O'Deal, mostra preocupação com o consumo indiscriminado de energético. Segundo ela, o energético é muito acessível e seu consumo indiscriminado pode trazer sérios riscos a saúde das pessoas, principalmente dos jovens, que são os maiores consumidores da bebida.

O energético, como o próprio nome indica, é um estimulante que contém guaraná, taurina (aminoácido encontrado em carnes e peixes) e L-carnitina (substância encontrada no corpo humano que transforma gordura em energia).

veja.abril.com.br;
terra.com.br.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Dia mundial do hambúrger

Hoje é comemorado o dia de uma iguaria mundial...o hambúrguer. No Rio, ele  é cultuado como um Deus; pode ser encontrado em diferentes estilos (podrão das barraquinhas, lanchonetes tradicionais e nas chiques hamburguerias artesanais). 

Apesar da forte ligação com a cultura americana, o hambúrguer tem origem européia. Sua origem, no entanto, é incerta; há quem diga que surgiu na Rússia, outros afirmam que foi na Alemanha. A chegada ao Brasil se deu pela influência americana, no início dos anos 50, através de Robert Falkemburg, fundador da rede de lanchonetes Bob's, que foi a primeira rede de fast food fundada no Brasil.

Apesar de delicioso e, por que não dizer, irresistível; o hambúrguer é um problema para a saúde. Sua alta concentração de gordura é péssima para o corpo humano. A salada do McDonalds, por exemplo, segundo matéria do Daily Mail, é altamente gordurosa (se a salada é assim....imagine o resto).

Há um tempo atrás, a própria rede de fast food McDonald's orientou seus funcionários para que não comessem fast food. A empresa afirmou que essa comida "na maioria das vezes têm calorias muito altas, gordura, açúcar e sal".

É difícil dizer para alguém não comer hambúrguer pois, eu mesmo, sou um fã da iguaria. Mas vale a pena lembrar dos males que o sanduíche pode trazer, principalmente, quando consumido constantemente. Portanto coma com moderação; não procure, a cada fim de semana, uma hamburgueria, fast food ou podrão.

g1.globo.com;
pragmatismopolitico.com.br;
exame.abril.com.br.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Açaí, uma fruta rica em nutrientes

O açaí é muito popular em todo o Brasil. Há diferentes modos de preparo (uns o preparam quente...outros bem gelado...). O mais importante, ao falarmos dessa fruta, não é apontar a maneira como a consumimos e sim o quanto ela é boa para a saúde.

O açaí é muito rico em nutrientes e excelente para a saúde ( tem as gorduras boas, ômega 6, proteínas, fibras, potássio, cálcio, vitaminas B1 e E, antocianinas e fitosteróis); combatem os radicais livres, retardam o envelhecimento, estimulam o sistema imunológico, são anti-inflamatórios, são vasodilatadores e têm proteção cardiovascular. É muito bom para quem pratica exercício. No pós-treino, ajudam na recuperação da energia do corpo combatendo os radicais livres formados pelo alto consumo de oxigênio. 

Há muitas formas de se consumir o açaí, mas o que é muito curioso, é que ele pode ser consumido como algo doce ou salgado. Na região norte, é preparado de maneira salgada (muitas vezes acompanhado de peixe, camarão e farinha); e no sudeste costumamos utilizar a popa do açaí para consumí-la doce, através de sorvetes e iogurtes.

O único lado negativo do consumo do açaí é a quantidade (cá pra nós, problema que encontramos no consumo de qualquer alimento). Por ser rico em gordura, o açaí deve ser apreciado com moderação. Um problema grande na relação que as pessoas têm com a iguaria é que ela pode servir de acompanhamento para vários alimentos, o que beneficia os exageros e, logicamente, o ganho de peso.

Esses problemas podem, ainda desencadear em outros, como a hiperglicemia (grande quantidade de açúcar no sangue), piora o quadro de diabéticos (apresenta glicose em excesso). Nesses casos vale a pena a consulta com um médico, para saber em qual quantidade ideal devemos consumi-lo. 

globoesporte.globo.com;
vivabem.uol.com.br


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Dicas para uma alimentação saudável

Além de escolhermos os alimentos corretos é muito importante também prestarmos a atenção na forma como o ingerimos. É sempre bom comermos em paz, sem rádios, TV's e celulares, pois assim, prestamos mais a atenção na comida e não ingerimos o alimento desesperadamente, o que nos faz comer mais.

Com relação aos alimentos é importante sabermos a função de cada um e os benefícios para o organismo. Confira abaixo:


  • Fibras e grãos: Segundo Denise Boia, nutricionista do Hospital Badim, no Rio de Janeiro, eles ajudam a modular o apetite, trazendo uma sensação de saciedade (já que permanecem por mais tempo no organismo). nesse grupo se encontram: as folhas, os cereais, as oleaginosas (amêndoa e castanha, por exemplo), as sementes e as frutas secas. A nutricionista afirma que esse grupo também colabora com a defesa do organismo;
  • Proteínas e gorduras insaturadas: Retartam o esvaziamento do organismo e prolongam a saciedade (evitando o consumo compulsivo de comida); além disso, combatem o colesterol ruim, os triglicérides, controlam a pressão e regulam o apetite. Nesse grupo se encontram o abacate, as oleaginosas e os óleos vegetais;
  • Alimentos termogênicos: Eles aumentam a temperatura corporal, acelerando o metabolismo para a produção de energia. Nesse grupo podemos apontar a pimenta, a canela e o gengibre;
Dietas radicais também tendem a ser ruins para a saúde. De acordo com Denise Boia, a abstinência faz com que comecemos a sentir saudade da comida. E, assim, voltamos a comer aquele alimento, que queríamos restringir, de maneira ainda mais intensa.

Boia também diz que comer regularmente é importante para controlarmos a quantidade de comida; pois, longos momentos sem alimentação, fazem com que, assim que começamos a comer de novo, fazemos com mais intensidade, ou seja, comemos muito mais do que necessitamos.

bbc.com/portuguese

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Macarrão instantâneo é um vilão para a saúde

O macarrão instantâneo caiu no gosto popular por ser prático, saboroso e simples de preparar; mas, apesar das vantagens, podemos dizer que ele é um vilão para nossa saúde, apresentando gorduras, carboidratos e sódio em grande quantidade.

No caso do sódio, um estudo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que o macarrão instantâneo é um dos alimentos que mais apresenta sódio, em relação ao conteúdo. A grande quantidade de sal, presente no sódio, pode causar problemas como a hipertensão e outros problemas cardíacos.

Uma outra análise do Pro Teste ( Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) com dez 
marcas de macarrão instantâneo, indicou que algumas embalagens de macarrão contêm mais sódio do que o indicado que devemos consumir em um dia inteiro.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) o consumo diário de sal não deve passar de 4g e o de sódio de 2g. Num pacotinho de miojo, a marca que menos apresentou sal, tinha 0,8g de sódio; há marcas que passam dos 2g.

Para aqueles que, mesmo sabendo dos problemas que o macarrão instantâneo pode trazer a saúde, optar por consumi-los, prepare-o sem o sachê de tempero (este também contém grande quantidade de sal); em seu lugar, coloque carne, frango ou queijos magros.

O excesso de sal pode trazer muitos problemas a saúde. Dentre eles: hipertensão arterial, problemas nos rins, agrava a osteoporose e acelera o envelhecimento.

vivabem.uol.com.br;
brasilescola.uol.com.br;
hyperscience.com;
gnt.globo.com.

sábado, 27 de abril de 2019

Alimentos podem ser vilões para pressão arterial

Muitos alimentos auxiliam na nossa saúde e outros nem tanto. Quando falamos de pressão arterial é muito importante estarmos sempre vigilantes com os alimentos e as consequências que eles podem trazer, pois eles regulam nossa pressão (uns podem fazê-la subir e outros baixá-la).

De maneira resumida podemos dizer que devemos restringir o sódio e ingerir mais potássio, magnésio e fibras. De maneira mais prática podemos dizer que, quando formos almoçar ou jantar, devemos ter, pelo menos, metade do prato composto por vegetais, pois eles nos dão fibras e têm baixo teor de sódio e calorias.

O sal é um grande vilão; contudo devemos observar como nosso corpo se comporta na sua absorção, pois cada organismo tem uma especificidade diferente quando absorve o sal. Algumas pessoas conseguem eliminá-lo totalmente na urina. Além do sal, podemos citar outros (que geralmente contêm sal); como, por exemplo,os alimentos industrializados, algumas bebidas e cafeína.

Por outro lado, sem dúvida, temos também os que fazem o serviço contrário, ou seja, ajudam a controlar a pressão arterial; nesse grupo podemos citar: as frutas vermelhas (alimento natural, que é sempre a melhor opção), os chocolates (com mais de 60% de cacau), vegetais e folhas verdes, potássio (encontrado na banana e no abacate ajuda a eliminar o sódio do organismo), a clara de ovo (que inibe o estreitamento das artérias), as leguminosas (como o feijão) e o chá verde.

A hipertensão é uma das doenças mais perigosas. Ela, muitas vezes, não se manifesta com efeitos colaterais e, quando aparecem, já é sobre a forma de um derrame ou de um infarto. Portanto, além dos cuidados alimentares, o acompanhamento médico se faz fundamental.

metrojornal.com.br;
saude.abril.com.br




sábado, 20 de abril de 2019

Confira os dez legumes mais ricos

Os legumes são de vital importância na nossa alimentação; eles são ricos em proteínas e, assim, têm de estar constantemente em nosso dia-a-dia. Confira o ranking dos legumes mais "poderosos" e importantes para o nosso bem-estar.


  1. Brócolis: em 100g de brócolis encontramos 3,6g de proteínas. Eles são ricos em carotenóides, antioxidantes, anti-inflamatórios; além de contar com as vitaminas A, C e K que melhoram nossa imunidade. Uma dica é consumi-lo cru, assim garantimos que ele nos forneça mais nutrientes;
  2. Couve: em 100g de couve temos 2,9g de proteínas. Além disso, apresenta Vitamina A, ácido fólico e fibras (que regulam o intestino);
  3. Espinafre: em 100g de espinafre temos 2,7g de proteínas. Além disso é rica em ferro, fósforo e Vitaminas A e B. Suas propriedades ajudam a combater a anemia, desnutrição e o cansaço, além de fortalecer os ossos;
  4. Beterraba: em 100g de beterraba temos 1,9g de proteínas. Apresenta também Vitamina A, B1, B2, B3, B5 e C; potássio, cálcio, ferro e outras. É importante no combate a anemia e podeser consumida crua ou cozida;
  5. Couve-flor: em 100g temos 1,9g de proteínas. Tem as Vitaminas C e K; além de fibras e antioxidantes;
  6. Quiabo: em 100g temos 1,9g de proteínas. Tem Vitaminas A e B, cálcio, ferro, fósforo e cobre. Suas propriedades beneficia os ossos e o sangue. É indicado em alguns casos de infecções;
  7. Repolho roxo: em 100g tem 1,9g de proteínas. É rico em Vitamina C, A e B6; também é apresenta cálcio, magnésio, potássio e fósforo. Apresenta glicosinolato, substância preventiva do câncer, e antosianinas, que cuidam do coração e da imunidade, que dão a ele a textura roxa;
  8. Vagem: em 100g temos 1,8g de proteínas. Além disso apresenta Vitaminas A, C e do complexo B. É rica em minerais e fibras (que auxiliam o intestino);
  9. Almeirão: em 100g temos 1,8g de proteínas. Possui ferro, Vitamina C e K, que oferecem antioxidantes; além disso, regulam o sistema circulatório, auxiliam na coagulação e combatem casos de anemia.
vivabem.uol.com.br

domingo, 14 de abril de 2019

Dicas para por fim ao efeito sanfona

É muito comum ver pessoas passando pelo efeito sanfona (engorda - emagrece, engorda - emagrece...). Isso ocorre porque quase sempre nós, quando fazemos dieta, buscamos formas rígidas que mais parecem um auto-flagelo; e, logicamente, chega uma hora que nosso cérebro nos leva a pensar nas guloseimas gostosas de antes e é nessa hora que a coisa desanda.

Para nos preservarmos contra esse problema, vale seguir algumas dicas como, por exemplo, diminuir o grau de rigidez nas dietas. Podemos fazer o seguinte: 


  • Não corte o alimento do seu cotidiano. Ao invés de cortar aquela iguaria da sua vida, porque não diminuir a frequência com que a consumimos? É menos traumático e muito mais viável de conseguirmos; além de tudo, já é uma forma de fazer dieta;
  • Não adote dietas rápidas. A dieta tem que fazer parte da sua vida e não ser uma fase passageira, até porque além de querer melhorar a saúde, faz sentido a pessoa querer manter o corpo saudável, portanto faça com que a dieta seja parte da sua vida;
  • Foque na dieta. Tente manter seu regime; se, porventura, você "deslizar" e passar do ponto na comida, não se lamente, volte para sua dieta;
  • Mexa no regime. Nosso corpo é movido a estímulos; se você perceber que aquela dieta te deixa em uma zona de conforto, mude-a, tente algo diferente;
  • Sempre que for comer algo mais gorduroso ou que tenha muitas calorias, reflita. Pense se vale a pena; se, ao comer aquele alimento, você não vai estar jogando fora todo seu esforço e suas conquistas conseguidas até aquele momento. 
revistacasaejardim.globo.com.

sábado, 13 de abril de 2019

Consumo de refrigerante cresce no mundo

Apesar de todos sabermos dos malefícios causados pelo refrigerante, surpreendentemente, o consumo da bebida cresceu mundialmente; é o que indica uma pesquisa da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard. 

Os números são alarmantes quando levamos em consideração o que diz a OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre os refrigerantes. Segundo ela não devemos consumir mais de 50g de açúcar por dia. Só para se ter uma ideia numa lata de refrigerante de 330ml podemos encontrar 35g de açúcar; ou seja, quase a quantidade que deveríamos consumir em 24 horas.

O grande problema do refrigerante é que ele está ligado a uma possibilidade de aumento de doenças cardiovasculares e câncer. Segundo Vasanti Malik, pesquisador do Departamento de Nutrição de Harvard, a ocorrência dessas doenças está ligada a frequência com que consumimos refrigerante; ou seja, quanto mais se consome, maior a possibilidade de desenvolvimento de problemas cardiovasculares.

Diante dos problemas de saúde pública alarmantes causados pelo refrigerante, o professor de Epidemiologia e Nutrição de Harvard, Walter Willett, defende um aumento de preços para os refrigerantes, através de taxação governamental, a fim de que se contenha o consumo da bebida.

As autoridades afirmam que o refrigerante é um forte propagador da obesidade pelo mundo. Dados da OMS mostram que os casos de obesidade entre crianças e jovens (de 5 a 19 anos) saiu de 11 milhões em 1975 para 124 milhões em 2016.

epocanegocios.globo.com

Café é bom para a saúde, mas com moderação

O café pode ser vilão e bonzinho ao mesmo tempo. É muito bom para a concentração mas, em grandes quantidades, pode fazer mal a saúde. A cafeína ajuda a nos mantermos concentrados durante o dia, contudo pode interferir na qualidade do sono e assim, gerar insônia, por isso, seu consumo a noite não é recomendado.

Ou seja moderadamente, o café é uma excelente opção para a saúde. Veja, abaixo, os motivos para apreciar a bebida:


  • Melhora a concentração nos deixando em alerta;
  • Reduz os riscos de diabetes. Segundo a Associação Brasileira de Diabetes, beber café, regularmente, ajuda a insulina a trabalhar melhor, diminuindo a glicemia, após as refeições e prevenindo o diabetes;
  • Diminui o risco de Parkison e Alzheimer. O café tem proteínas capazes de inibir os riscos de Alzheimer e Parkinson.
Contudo, quando não moderamos no consumo de café, problemas pode ocorrer. A seguir:

  • Café pode nos deixar "ligados" em excesso;
  • Por ser estimulante pode causar transtornos de atenção e depressão;
  • Acaba com nosso sono;
  • Pode causar desidratação e problemas estomacais;
  • Contribui para o diabetes, já que inibe a insulina.
revistapegn.globo.com;
extra.globo.com.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Dicas para consumir alimentos mais saudáveis

Muitas pessoas têm como hábito lavar os alimentos para diminuir a incidência de agrotóxicos e parasitas sobre eles; contudo isso não é suficiente. Evitar alimentos "muito bonitos" e retirar sua casca também é uma boa medida.

Essas medidas são importantes se observarmos o quanto os agrotóxicos são presentes em nossas vidas. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no ano de 2018, houve uma a liberação de 450 tipos de agrotóxicos; e em 2019, já são 93 liberações.

Cientes de que nos livrarmos, totalmente, dos agrotóxicos é uma tarefa árdua, apresentamos, pelo menos, algumas iniciativas capazes de reduzir os malefícios provocados por eles. Vejamos:


  • Lave bem os alimentos. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), durante a lavagem podemos reduzir a quantidade de agrotóxicos que se acumulam na superfície dos alimentos;
  • Opte por alimentos característicos de cada estação. Quando um vegetal se encontra na sua estação característica, ele produz uma defesa própria contra pragas e parasitas;
  • Retire a casca dos alimentos. Segundo Adriana Pottier, coordenadora de Análise de Resíduos da Gerência Geral de Toxicologia da Anvisa, a casca dos alimentos não deixam que os agrotóxicos atinjam a polpa; assim, eles acabam se acumulando na casca;
  • Não escolha alimentos perfeitos esteticamente. De acordo com Márcia Sarpa de Campos Mello, pesquisadora do Inca, Instituto Nacional do Câncer, frutas muito bonitas, principalmente as que estão fora de época, são perfeitas por conta dos agrotóxicos;
  • Sarpa diz, ainda, que quando escolhemos comprar de um produtor de menor porte, a chance de comprar-mos algo sem agrotóxico é menor.
vivabem.uol.com.br

sábado, 6 de abril de 2019

Coco: excelente alimento para o dia-a-dia

O coco é um dos alimentos mais ricos que existe; sua água é fonte de sais minerais, sua carne branca interior fonte de gorduras saturadas; além disso, reforça a imunidade, é antifúngico, rico em fibras, acelera o metabolismo (o que é bom para quem quer emagrecer), antioxidante, previne o câncer de colo de útero e estômago etc. Ele pode ser encontrado seco ou verde.

A água de coco traz tantos benefícios a saúde que podemos falar deles durante horas. Ela auxilia aqueles que gostam da prática de esportes. Ela age como isotônico natural, pois contém eletrólitos, perdidos no suor, que hidratam o corpo. Assim sendo, para quem pratica esporte e precisa repor nutrientes, ela é uma melhor opção que a água mineral.

A água de coco regula a pressão arterial, pois o potássio da água de coco atua como um vasodilatador

O coco também nos dá várias opções de derivados. A conferir:


  • Leite de coco. Ele é bem nutritivo, pois apresenta gorduras e minerais que auxiliam o metabolismo;
  • Óleo de coco: Pode substituir o óleo de girassol e de milho no preparo de alimentos. Reforça a imunidade corporal e anti-fúngico;
  • Manteiga de coco: Rica em fibras;
  • Açúcar de coco: Possui baixo índice glicêmico, o que é bom para diabéticos.
menudodia.blogosfera.uol.com.br;
g1.globo.com;
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terça-feira, 2 de abril de 2019

O que são os superalimentos

Atualmente, muitos alimentos são tidos como milagrosos. Mas não é bem assim, para se obter saúde, é necessário que essas iguarias estejam inseridas num contexto de dieta. Nessa lista de famosos temos, como exemplo, o açaí.

Muitas pessoas fazem dietas, mas fumam, bebem, não praticam atividade física....Num contexto como esse, a dieta tem um efeito muito tímido e, lógico, esses tais superalimentos não servem de nada.

Alguns fatores podem servir como explicação para o sucesso desses alimentos. Segundo Janaínna Mazelli, nutricionista do Sírio Libanês, a fama desses alimentos pode estar no fato da população começar a se preocupar com aquilo que come; ela afirma que há alguns anos isso não ocorria. Há também a ação midiática que impulsiona a importância desses produtos para nosso cotidiano.

Apesar de eficazes, esses alimentos nem sempre são ideais; alguns apresentam o custo muito alto. De acordo com Fabiana Poltronieri, nutricionista e conselheira do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região, no Brasil há alimentos populares que podem fazer o mesmo trabalho. Essa teoria se comprova quando comparamos o gojiberry com o açaí, os dois são similares em propriedade; porém o açaí é muito mais acessível.

Nessa lista de alimentos com custo-benefício interessante, há alguns alimentos tradicionais. O arroz com feijão é muito nutritivo e nos traz uma sensação de saciedade tão grande que podemos ficar, por muito tempo, sem guloseimas. As proteínas, como a carne vermelha (algumas como o lagarto) e o filé de frango, são excelentes opções. 

vivabem.uol.com.br;
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sábado, 30 de março de 2019

Alimentos que comemos de jeito errado

Muitas vezes o que é tradicional não, necessariamente, é i correto. Exemplo disso são os alimentos; há alguns alimentos que comemos de uma maneira que não é a ideal, porém é a mais convencional. Abaixo segue uma lista com alimentos saudáveis que comemos de forma equivocada.


  • Tomate_ Temos por hábito comê-lo cru; contudo, seu principal nutriente, o licopeno (propriedade antioxidante) é liberado quando é aquecido e a casca se rompe;
  • Linhaça_ Ela apresenta casca muito dura e, assim, algumas propriedades não são liberadas. Para que possamos aproveitar a linhaça, devemos moê-la ou triturá-la;
  • Brócolis _ Não devemos cozinhá-lo, a melhor opção é comê-lo no vapor. Há pessoas que não comem o talho do brócolis, o que é um erro, pois é no talho que está a maior parte das fibras;
  • Alho _ Muitas pessoas cozinham o alho, mas ele é mais um dos alimentos que devem ser consumidos cru. Suas propriedades (antivirais, antibióticos e antibacteriana) são sensíveis ao calor e podem se perder com facilidade;
  • Beterraba _ não podemos cozinhá-la, pois seu principal nutriente, o antioxidante betalaína, se perde quando ela é cozida. Sabe aquela pigmentação avermelhada que sai da beterraba quando cozinhamos? Pois é... ali estão os nutrientes da beterraba;
  • Couve _ Ela refogada é uma delícia!!! Mas também é outro alimento que perde nutrientes quando vai ao fogo. Importantes quantidades de cálcio, ferro, fósforo, magnésio, além de vitaminas, se perdem quando refogamos a couve. Essas propriedades combatem problemas digestivos, cálculos renais, artrite, bronquite e são boas para os ossos.
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sábado, 23 de março de 2019

Soja é uma ótima opção para o cardápio no dia-a-dia

A soja apresenta uma composição que trás muitos benefícios a saúde. É muito rica em proteínas e gorduras e, além disso, apresenta minerais e fibras; a soja também é ligada a prevenção do câncer de mama, a diminuição dos efeitos da menopausa, a redução do colesterol ruim (LDL) e ajuda a elevar o colesterol bom (HDL).

A soja pode ser encontrada em muitos alimentos e formatos. Um deles é a soja em grão. Este tipo é rico em proteínas, carboidratos, gorduras, ferro e fibras (estas regulam o intestino). Ela também contém cálcio, fósforo (estes importante para os ossos), magnésio (mineral que ajuda nos processos biológicos) e potássio (bom para evitar a hipertensão e, também, controlador das cãibras, auxiliando nas atividades físicas). 

Há também o edamame, que é a soja com os grãos, ainda, imaturos. Ela é rica em proteínas, minerais e vitaminas. Contudo possui poucas isoflavonas, que são estruturas semelhantes ao estrogênico feminino, que regulam as ondas de calor sentidas na menopausa.

A soja é muito comum no leite. O leite de soja é muito rico; contendo cálcio, magnésio, fósforo e potássio; pode ser encontrada no molho shoyu, ele apresenta probióticos (importantes para aumentar a imunidade); no tofu, apreciado com mais frequência por veganos, também é rico em minerais.

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sexta-feira, 15 de março de 2019

Cuidado com as dietas

Muitas pessoas fazem dieta buscando saúde e, também, a fim de melhorar a estética. Mas, a questão é que, muitas vezes, as dietas podem nos levar para um caminho perigoso, com falta de nutrientes essenciais para a nossa saúde.

Um exemplo disso é a dieta pegana. Se por um lado ela defende a proibição de embutidos e açúcares, por outro, radicaliza defendendo uma restrição ao feijão (que tem seu consumo defendido pela OMS - Organização Mundial da Saúde). 

Outro exemplo é a dieta Master Cleanse. Nessa dieta, as pessoas chegam a ficar um mês se alimentando a base de limonada, xarope de melado e pimenta cayena. O grande problema é que essa dieta apresenta um nível muito baixo de calorias, podendo causar danos a saúde.

Outro fator interessante é o modismo que toma conta desse assunto. Algumas pessoas fazem dietas porque o vizinho fez e deu certo. O perigo é que cada organismo representa um caso diferente, ou seja, não é porque uma pessoa obteve sucesso, que a outra também vai conseguir.

Ou seja, fuja das dietas radicais; procure balancear os alimentos (monte um prato colorido) e faça exercícios físicos; e, acima de tudo, procure um médico que possa orientar melhor sobre como iniciar sua dieta.

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sexta-feira, 1 de março de 2019

Dicas para estar saudável no verão

A alta temperatura da estação mais quente do ano, o verão, exige de nós um condicionamento físico específico dessa época do ano. E, para estarmos saudáveis no verão, logicamente, temos que estar atentos a nossa dieta. Apresentamos abaixo dicas para não termos mal estar e estar bem fisicamente.

Podemos começar pelos líquidos e, como todos sabem, a água é fundamental; porém, há opções secundárias que podem dar uma incrementada na hidratação como: a água de coco, frutas (contém líquido) e chás. O ideal é o consumo de dois litros de água diariamente. Bebidas açucaradas como os refrigerantes e o álcool devem ser evitados, pois desidratam o organismo.

Evite as gorduras. Elas dificultam a digestão e aumentam a temperatura corporal.

Coma muito alface, couve e cenoura. A Alface possui potássio e fósforo que ajudam a manter o bom funcionamento do organismo, a cenoura protege a pele do sol, e a couve contribui com o trabalho do intestino e repõe os nutrientes perdidos no suor. Evite os temperos prontos!

Tome picolé ao invés de sorvete. O primeiro é menos calórico;

Troque os fasts foods por sanduíches naturais. A comida mais leve ajuda a manter o corpo mais disposto para aguentar o dia;

Coma carne magra. A carne vermelha, por exemplo, é mais gordurosa e, assim, de difícil digestão; portanto troque-a por peixes e frangos.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Dicas para se livrar do inchaço corporal

O inchaço incomoda, não é legal esteticamente e, lógico, é um sinal de que a saúde não vai bem. No verão, por exemplo, torna-se ainda pior, pois os vasos se dilatam e, assim, a circulação sanguínea fica mais lenta. Mas, felizmente, há maneiras de se livrar ou diminuir os problemas com o inchaço:

  • Uma das alternativas é o consumo de água, pois ela diminui a densidade do sangue; assim, evita a retenção e desintoxica o corpo. Uma observação importante, bebidas alcoólicas não se encaixam nesse caso, portanto, beba água;
  • Consuma frutas que acumulam água, tais como melancia, melão e abacaxi; elas hidratam, melhoram a diurese e ajudam na reposição de nutrientes;
  • O arroz integral também é uma boa alternativa, pois reduz a absorção de gorduras pelo organismo e contém fibras que fazem uma espécie de "faxina" no organismo;
  • O farelo da aveia tem substância que estimula o organismo a diminuir a absorção de gordura pelo organismo, além disso, tem fibras que melhoram o trânsito intestinal;
  • A alface apresenta a clorofila e os flavonoides que, juntas, diminuem o excesso de líquido no organismo.
Assim como temos alimentos importantes para conseguir desinchar o corpo, temos aqueles que fazem o contrário, ou seja, aumentam a sensação de inchaço. Alimentos ricos em sódio, que contenham muitos condimentos e, também, o álcool pioram a retenção de líquido e, obviamente, devem ser evitados.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Como fugir dos alimentos tradicionais do verão que engordam

Muitos alimentos são consumidos em grande quantidade em determinadas estações, e o verão tem seus alimentos característicos. A maioria, é claro, fornecem sensação de frescor quando são consumidos; mas, infelizmente, muitos deles têm alto valor calórico podendo nos engordar.

Segundo a especialista em obesidade e autora do best-seller 'Código Secreto do Emagrecimento' Gladia Bernardi, nem todo alimento refrescante é saudável; por exemplo, o picolé, se a opção for o picolé de fruta...ótimo, mas se for sabor chocolate, já estamos diante de um alimento muito calórico. O açaí também é outro problema, a ideia de frescor e bem-estar é um problema, segundo Gládia, o açaí é altamente calórico.

Dentre os sucos encontramos o mesmo problema. O suco de laranja, por exemplo, muito popular e visto como uma bebida saudável, tem alta caloria, porque as pessoas costumam adicionar muito açúcar. Ao invés do suco, corte o abacaxi em rodelas e consuma, a sensação de frescor vai estar garantida.

Quando a questão é sair com os amigos, aí não tem jeito. Sempre há um chopp ou uma comida mais gordurosa. Bem, já que é inevitável, lembre-se, não precisa exagerar, coma e beba para se satisfazer e não compulsoriamente.

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sábado, 2 de fevereiro de 2019

Baixo consumo de Vitamina D está associado a diabetes

Um estudo de membros da USP (Universidade de São Paulo) associa casos de diabetes a um baixo consumo de Vitamina D. O resultado apontou que 90% dos participantes, que consumiam pouca Vitamina D, apresentava 105 mg/ dL de glicemia, o que configura uma pré-diabetes do Tipo 2

Estima-se que um bilhão de pessoas tenha insuficiência de Vitamina D. Como todo problema de saúde, há sinais característicos da falta de Vitamina D. São eles: dor nos ossos; fadiga e fraqueza muscular; estar constantemente gripado ou com rinite, sinusite e etc.

A Vitamina D pode ser encontrada em muitos lugares. O sol, por exemplo, é fonte de Vitamina D; especialistas indicam que 15 a 20 minutos por dia de exposição ao sol já oferece a vitamina que o corpo precisa. 

Há também os alimentos. Sardinha em lata, ovos, iogurte, fígado bovino, cheddar e manteiga são fontes de Vitamina D (a sardinha é o que mais concentra vitamina). Contudo, é importante estar atento para a quantidade, pois muitos desses alimentos apresentam gorduras insaturadas que inflamam as artérias. 

Tudo no corpo humano deve se encontrar em harmonia; assim, qualquer tipo de deficiência em vitaminas e nutrientes de maneira geral causa problema, com a Vitamina D não é diferente. Sua falta aumenta risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer, gripe, resfriados, esclerose múltipla e diabetes.

O corpo humano, quando não está são, apresenta sinais de debilidade. No caso da falta de Vitamina D os sinais são: depressão, problemas ósseos e musculares, doenças que afetam o coração, diabetes e imunidade baixa.

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Obesidade e desnutrição são problemas mundiais

A obesidade e a desnutrição são problemas alimentares que se espalham pelo mundo. Segundo artigo da revista 'The Lancet', esses problemas devem ser tratados como são tratados os problemas referentes ao tabagismo, com campanha maciça contra os produtos que provocam a obesidade e, também, mostrando o caminho para uma alimentação saudável.

Os problemas alimentares são fruto da falta de interesse dos diferentes governos em promover campanhas eficientes contra os alimentos que promovem a obesidade e, também, em mostrar com mais veemência a importância da alimentação saudável.

A pesquisa da 'The Lancet' também mostra que, além do pouco interesse, os governos tratam esses temas de maneira equivocada, para a revista, eles se conectam e devem ser visto de uma só maneira, o que melhoraria os resultados das ações. A pesquisa indica que o consumo de carne vermelha desenfreado, aumenta a criação de gado, que gera um desequilíbrio no meio ambiente responsável pelo aumento do efeito estufa.

A consequência desse problema pode ser catastrófica, gerando um aumento nos casos de seca, ao redor do mundo, diminuição das condições para o cultivo de alimentos naturais e, consequentemente, aumento de produtos industrializados.

O artigo da revista 'The Lancet' apresenta uma fórmula simples para se conseguir promover hábitos saudáveis entre a população mundial; segundo o texto, o caminho consiste em diminuir o consumo mundial de carne vermelha pela metade e dobrar o de frutas, verduras e nozes.

Os problemas alimentares são gravíssimos. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) 1,9 bilhão de adultos no mundo têm sobrepeso, destes 650 milhões são obesos. A obesidade é um dos fatores para o surgimento do diabetes, doenças cardiovasculares e o câncer. Por outro lado, 462 milhões de adultos estão abaixo do peso.

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Bebidas alcoólicas, no geral, engordam

Muitas pessoas falam que a cerveja é uma vilã quando pensamos em perder peso. Isso é verdade, mas não é somente essa bebida alcoólica que nos faz ganhar peso; o álcool, de maneira geral, concentra uma grande quantidade de calorias.

Essa fórmula, geralmente, dá certo porque a maioria das pessoas que bebem cerveja, não conseguem consumir destilados (como uísque) na mesma quantidade; e, por isso, acabam emagrecendo. Logo podemos dizer que a quantidade de álcool é mais decisiva para o ganho de calorias do que o tipo que uma determinada pessoa consome.

No caso da cerveja, quando comparamos com outras bebidas, podemos dizer que bebemos muito mais cerveja num dia do que bebidas destiladas; isso ocorre porque a cerveja nos dá uma sensação de bem estar, por ser gelada, que as bebidas quentes não dão. E, sendo assim, exageramos na quantidade, o que não ocorre no caso dos destilados.

Dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USADA) comprova nosso argumento. Segundo a USADA, se compararmos, por exemplo, a cerveja com o gim e o vinho; chegamos a conclusão de que em 100 ml de cerveja tem 40 calorias, enquanto que a mesma quantidade de gim 260 calorias  e o vinho 80 calorias.

Portanto, o ideal é fazer o que se diz por aí: beber moderadamente. Assim como no caso da comida, todo excesso gera problemas a saúde, portanto busque o equilíbrio com relação a ingestão de bebida e comida.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Não devemos exagerar ao beber água

Acredite se quiser, a frase escrita acima está correta. O excesso de água sobrecarrega o rim, dilui em excesso o sangue e causa desequilíbrio nos sais minerais do corpo; a consequência são dores de cabeça, náuseas, convulsões e, em casos extremos, morte.

O consumo de água diário ideal é de 2l; essa quantidade garante a melhora da circulação sanguínea, o perfeito funcionamento dos rins e do intestino. Seu trabalho pelo corpo humano garante a circulação de oxigênio, nutrientes, hormônios e componentes celulares por todo o corpo; e, também, a eliminação de toxinas, transportadas até os rins. 

Uma maneira simples de sabermos se nosso consumo diário de água está satisfatório é repararmos na nossa urina; quando ela está muito escura, nos mostra uma certa concentração, o que indica que temos que melhorar o consumo de água e, fatalmente, se tiver incolor é sinal de que estamos sobrecarregando o corpo com alto consumo.

Parece absurdo quando as pessoas dizem que esquecem de beber água. Mas isso acontece com muita frequência; trabalho...estudo... enfim, a vida cheia de compromissos nos fazem esquecer de coisas banais. Contra esse mal, a dica é comprar uma garrafinha de plástico e levá-la para a faculdade/colégio, trabalho e, principalmente, para o local onde praticamos exercícios.

Mesmo sabendo da importância do consumo de água, muitas pessoas afirmam não gostar de consumir água. Uma boa dica é o consumo de chás ou sucos, que são preparados a base de água. 

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Anvisa quer conter incidência de gordura trans nos alimentos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) quer criar meios para diminuir a incidência de gordura trans nos alimentos. A gordura trans é utilizada para aumentar a validade de alguns produtos de maneira artificial e também para tornar-los mais crocantes. 

O grande problema da utilização dessa gordura é que ele aumenta o colesterol ruim (LDL) e diminui o bom (HDL), o que aumenta o risco de incidência de doenças cardiovasculares, seu consumo também é ligado ao risco de desenvolvimento de Diabetes Tipo 2. 

Por pior que seja, é muito difícil cortarmos a gordura trans do nosso dia-a-dia. Sendo assim, a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que não consumamos mais de 2 gramas por dia, numa dieta de 2 mil calorias.

Diante desse cenário, a especialista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Laís Amaral, afirma que a fiscalização e regulamentação deveria ser mais rigorosa, começando na matéria prima.

Em outros países, o controle da fabricação de alimentos com gordura trans está mais avançado. Na Dinamarca, por exemplo, desde 2003 a gordura trans só pode representar 2% do total de gordura inserida em um determinado produto. Nos EUA, desde 2015, foram banidos os óleos e gorduras parcialmente hidrogenadas.

Muitas pessoas pode estar se perguntando "beleza, a gordura trans faz mal; mas o que eu posso fazer para substituí-la?"; simples, a gordura totalmente hidrogenada é uma boa opção; ela pode ser usada no óleo de palma.

A gordura trans é gerada a partir de um óleo vegetal líquido, através de um processo chamado hidrogenação, que transforma o óleo em gordura sólida. Ela é usada para aumentar a validade dos produtos, acentuar o sabor e melhorar a textura e deixar o alimento crocante. 

O consumo exagerado da gordura trans pode causar a morte. Segundo a Anvisa, 18.576 pessoas morreram, ao redor do mundo, por conta de desenvolvimento de doenças causadas pelo alto consumo de gordura trans.

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