quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Não damos o devido reconhecimento as frutas

As frutas são, muitas vezes, negligenciadas como alimento. As pessoas, de uma maneira geral, não dão a devida importância as frutas em seu dia-dia.  O VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) afirmou que apenas um entre três adultos consomem frutas cinco vezes por semana. 

Algumas pessoas que tem como prática a sobremesa afirmam não aderirem as frutas pelo fato delas não terem um sabor adocicado. Na verdade essa desculpa não cabe, pois há muitas frutas doces, como exemplo, podemos citar a manga.

Outro argumento a favor do aumento de consumo de frutas é o fato delas serem, extremamente, nutritivas e terem baixa caloria. Elas apresentam Vitamina C, água, e muitos outros elementos que têm ação antioxidante, mantêm a hidratação do corpo e outros benefícios para o metabolismo; além de apresentarem, em média, 70 calorias apenas.

Contudo há um alerta a ser feito com relação as frutas. Consumir as frutas em seu estado natural é melhor do que prepararmos suco destas. Isso porque quando fazemos o suco destruímos as fibras e, assim, elevamos o índice glicêmico das frutas e, consequentemente, aumentamos nosso índice glicêmico, ou seja, nossa glicose. Para destruir essa produção extra de glicose, o corpo deverá produzir mais insulina. Isso abala nossa sensação de saciedade e, consequentemente, passamos a comer mais.

paolamachado.blogosfera.uol.com.br;
saude.novartis.com.br


quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Não precisamos de fórmula mágica para emagrecer

É muito comum ouvirmos de pessoas próximas que perderam peso cortando comida e coisas que traziam satisfação; a palavra "sacrifício" parece sagrada para quem quer emagrecer e, sem dúvida, ela é. Contudo podemos dizer que ela está mais atrelada ao nosso modo de vida no geral do que o tipo de comida que ingerimos.
Se analisarmos o dia como um todo, podemos dizer que, nas primeiras horas do dia precisamos de energia e, sendo assim, consumir café, pão e outros carboidratos pode ser importante para manter nosso corpo bem disposto pelo resto do dia. Sem contar que pode nos dar saciedade até que possamos fazer um lanche.

Comer em pratos rasos também é uma boa medida. Muitas vezes pegamos o prato fundo, por sentirmos mais conforto com esse prato, mas ele pode nos enganar na hora de colocar a comida e, dessa maneira, acabamos exagerando.

Para quem gosta de chá, de acordo com um estudo da USP (Universidade de São Paulo) o chá verde é uma ótima opção para quem quer emagrecer. Ele bem quentinho, auxilia na perda de gordura e na manutenção da massa magra.

O álcool é péssimo para quem quer manter a silhueta, principalmente, por conta das toxinas. Mas um estudo da Universidade de Navarro, na Espanha, afirma que, quando consumido com moderação, principalmente o vinho, ele ajuda a prevenir casos de obesidade.

Pesquisadores de Harvard indicam que a farinha branca e as bebidas açúcaradas também são péssimas para quem quer manter o corpo em forma.

uol.com.br.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Azeite de oliva é uma iguaria fundamental

O azeite de oliva tem uma função importantíssima em nossa dieta. De acordo com Juliano Garavaglia, doutor em biologia celular e professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul, o azeite de oliva é rico em ácido oleico, que dá estabilidade ao produto e proporciona diversos benefícios a saúde. 

Entre os benefícios podemos citar a capacidade de baixar o colesterol ruim (LDL), que ameaça as artérias, e melhora o HDL, colesterol bom. De acordo com Paulo Freitas, engenheiro alimentar da Universidade de Campinas, o fato de não passar por refino, torna o azeite de oliva uma fonte riquíssima de polifenóis e vitaminas.

Contudo, devemos ter cuidado com as latas de azeite de oliva. Há muitas fraudes no comércio de azeite, pois há fabricantes que comercializam azeite lampante como se fosse azeite de oliva. De acordo com Guajará Oliveira, presidente da Associação Rio-Grandense de Olivicultores, pois o azeite lampante se deteriora com muita facilidade e também é misturado a outros óleos vegetais, como milho, soja e girassol.

Os melhores tipos de azeite são os virgens e os extravirgens. Os extravirgens são mais puros, mas, por conta do processo de purificação, eles não contêm os antioxidantes que existem na versão virgem. Por outro lado, o azeite do tipo lampante é péssimo para o consumo; o processo de refino pelo qual passa, extrai todos os nutrientes do azeite.

Na categoria dos azeites extravirgens, que são os melhores, podemos identificar as marcas Andorinha, Borges, Carrefour Discount, Gallo, O-live e Qualitá. 

pragmatismopolitico,com.br;
proteste.org.br.