quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Água: boa para emagrecer e essencial para a saúde

Beber água é importante para quem quer emagrecer porque ela trata-se de um solvente universal, ou seja, dissolve qualquer alimento, após selecioná-lo em nosso organismo; além disso, tem a função de transportar nutrientes por nosso organismo e, também, faz parte de sua composição (ela responde por 70% de nossa composição corpórea).

Além de ter uma grande participação na composição corporal, a água realiza algumas funções no corpo humano:

  • Termorregulação: A água ajuda na manutenção da temperatura através do suor; quando suamos, eliminamos a água de nosso organismo, o que abaixa nossa temperatura corporal;
  • Transporte de substâncias: Ela transporta várias substâncias para todas as partes do corpo, pela corrente sanguínea;
  • Participa das reações químicas: A maioria das reações químicas só ocorrem em meio aquoso;
  • Proteção: Através de alguns fatores, a água protege o corpo. Exemplo, nossa lágrima, que contém água, protege os nossos olhos.
Durante o dia perdemos água através de eventos rotineiros, tais como:

  • Respiração;
  • Urina: principal forma de eliminação da água. Estima-se que, através da urina, chegamos a perder uma quantidade entre 1000mL e 2000mL de água por dia;
  • Fezes (nesse caso é importante ter cuidado com a desidratação nos casos de diarréia. A perda de água é tamanha, que pode nos levar a desidratação);
  • Suor: Através dele reduzimos a temperatura corporal.
Devido a grande quantidade de funções e a perda de grande quantidade de água, durante o dia, temos que ingerir muita água. O Ministério da Saúde aconselha o consumo de dois litros de água, diariamente.  


escolakids.uol.com.br;
educação.uol.com.br;
brasilescola.uol.com.br.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Bons hábitos alimentares podem ajudar no controle do diabetes

A nossa alimentação é parte fundamental para termos saúde. Dentre muitos males, a falta de uma alimentação adequada pode ajudar no desenvolvimento do diabetes. Uma alimentação rica em gorduras e pobre em fibras pode desencadear a doença.

Abaixo seguem algumas medidas que podem ser importante para a manutenção de uma boa saúde:

  • Diminuir o consumo de carnes gordurosas;
  • Aumentar o consumo de oleaginosas, como nozes;
  • Preferir alimentos que contêm água e fibras;
  • Comer frutas, vegetais e legumes diariamente;
  • Produtos lácteos sem gordura;
  • Diminuir ou abolir o consumo de alimentos ricos em açúcar.
Para aqueles que já sofrem com a doença, o ideal é focar na qualidade de vida. Precisam dar uma atenção especial a boa alimentação e qualidade de vida de uma maneira geral; a perda de peso atrasa os efeitos nocivos do diabetes, portanto vale a pena investir na atividade física moderada; levar a medicação a sério é muito importante. 


Segundo o doutor Luis Alberto Andreotti Turatti, da USP, essas recomendações devem estar acompanhadas de cuidado médico constante. Para melhorar a alimentação vale a pena consultar o Manual Oficial de Contagem de Carboidratos para as Pessoas com Diabetes e o Manual de Nutrição para Pessoas com Diabetes.

uol.com.br;
saude.novartis.com.br

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Alimentação pode ser importante no combate ao câncer

Os alimentos têm muitas funções em nosso organismo. Uma delas é nos proteger contra alguns tipos de doenças, como o câncer. O uso de alimentos de origem vegetal e a diminuição dos alimentos processados já pode ser um primeiro passo para quem quer ter uma vida mais saudável e livre do câncer. A longo prazo, os bons hábitos alimentares nos deixa, cada vez mais, longe do câncer.

Entre as boas maneiras há a preferência por alguns alimentos que são fundamentais para a prevenção do câncer. Confira:

  • Cenoura: Eficaz contra o câncer de mama. Possui beta caroteno, que protege o DNA contra oxidação; além disso, nos protege da ação dos radicais livres;
  • Brócolis: Possui glicosinolatos que são substâncias quimiopreventivas;
  • Alho e cebola: Auxiliam na eliminação de toxinas que favorecem o surgimento de doenças degenerativas como o câncer. Segundo um estudo publicado no International Journal of Cancer, o uso do alho e da cebola estão ligados a uma redução do risco de câncer do intestino;
  • Tomate: Previne as células do corpo humano e o colesterol contra oxidações. Previne o câncer de próstata;
  • Pimenta: Previne o câncer, doenças de natureza cardiovasculares, diabetes. Além disso, a pimenta é anti-inflamatória e analgésica;
  • Berinjela: Estimula o sistema imunológico, preserva as funções vitais e protege contra o câncer;
  • Semente de linhaça: Outro alimento que protege o organismo, aumentando sua defesa e diminuindo o ritmo de envelhecimento celular. Também possui propriedades antioxidantes. 

inca.gov.br;
terra.com.br.

Produtos orgânicos podem não ser tão saudáveis

Seguindo na onda "natureba" continuaremos falando dos alimentos orgânicos, que são aqueles livres de substancias industrializadas como os agrotóxicos. Os orgânicos não são 100% naturais pois durante seu cultivo o agricultor, obviamente, se vê obrigado a usar pesticidas e outras substâncias artificiais para manter o alimento em bom estado.

Nisso há um problema. Muitos agricultores usam o sulfanato de cobre; e ele é altamente tóxico para pessoas e também para a natureza. Em nós pode causar problemas no fígado e nos rins e na natureza pode contaminar rios e lençóis freáticos. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reforça essa ressalva ao afirmar que o simples fato de ser orgânico, não confere qualidade nutricional ao alimento.

Já houveram casos de morte de pessoas que se alimentavam de produtos orgânicos. Em 2011, mais de três mil pessoas foram infectadas e 53 morreram ao consumirem um broto de feijão que eram cultivados em uma fazenda orgânica da Alemanha.

O selo "orgânico" nem sequer protege os animais da tortura. Pois, quando dizemos que algo é orgânico, queremos dizer que não foram usados antibióticos neles e, em muitos casos, para manter a denominação, os criadores deixam os animais sofrerem com dores e outros males. 

O solo também é vítima desse "selo de qualidade" orgânico. Como a modalidade proíbe o uso de artigos químicos para o tratamento do solo, o produtor acaba por usar mais água, mais terra e mais intervenção mecânica para controlar pragas; dessa maneira, aumenta-se o uso de combustíveis fósseis, produzindo mais gases que contribuem para o efeito estufa.

Portanto, não caia na modinha da compra de produtos orgânicos, achando que está fazendo um bem para o universo pois, como foi visto acima, pode não estar.

uol.com.br.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Brasil é um dos países que mais usa agrotóxico no plantio

O Brasil vai bem... quando falamos de plantio usando agrotóxicos. Segundo a Unesp, Universidade Estadual Paulista, o Brasil se destaca entre os quinze maiores consumidores de agrotóxicos no mundo. Esse dado é alarmante se considerarmos a opinião do Instituto Butantã que os dez agrotóxicos mais utilizados no Brasil são prejudiciais a saúde.

Diante desse cenário os produtos orgânicos aparecem como uma resolução natural para o problema. Contudo não é; os preços cobrados no comércio brasileiro são extorsivos e acabam não oferecendo uma saída justa para o consumidor, que acaba comprando o alimento mais popular e cheio de agrotóxicos. 

Contudo há feiras de produtores orgânicos onde os preços são mais flexíveis; as feiras livres tradicionais também aparecem como uma saída, além de ser bom para o consumidor e para o produtor, ambos ganham (o consumidor na qualidade e o produtor financeiramente).

Os alimentos orgânicos, além de não ter agrotóxico, são saudáveis também pela forma como são cultivados. São cultivados de forma natural. 

No caso de carnes e ovos, quando esses são orgânicos, os animais não recebem anabolizantes, antibióticos ou hormônios. Esses itens podem trazer malefícios a saúde (se consumidos ao longo prazo).

O único problema é o custo. Os alimentos orgânicos são mais caros, pois os custos são maiores e produzidos em menor escala.   

uol.com.br;
suapesquisa.com.



quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Podemos comer vários tipos de carboidratos

Os carboidratos em quantidade são um problema, mas isso não quer dizer que não possamos variar na qualidade. Ou seja, de uma maneira regrada, podemos variar a quantidade de carboidratos que comemos no dia-a-dia. Segundo João Felipe Mota, professor-doutor da Universidade Federal de Goiás (UFG), podemos emagrecer com dietas baseadas em carboidratos.

Os carboidratos ajudam a emagrecer porque quando realizamos esforço físico queimamos esse carboidrato que ingerimos, ou seja, acaba sendo benéfico para o emagrecimento.

A questão é saber a quantidade correta de um alimento que devemos comer por dia. Segundo João Felipe Mota,  é muito complexo saber a quantidade de carboidrato que uma pessoa precisa por dia. São vários fatores que podem influenciar no total que podemos comer; idade, altura, sexo e etc. E, como muitos sabem, o carboidrato é fonte de açúcar; e, se não "queimamos" esse carboidrato consumido, ele vira gordura em nosso organismo.

Uma boa opção é combinar vários tipos, pois os alimentos que são considerados carboidratos apresentam outros nutrientes, como vitaminas e minerais. Como exemplo, podemos citar o arroz; ele é conhecido por ser fonte de carboidrato, mas também apresenta magnésio.

Ao montar o prato de nossas refeições podemos fazer o seguinte: metade do prato deve ser verduras e legumes; um quarto carboidrato e o outro quarto proteína. A ressalva é a janta; pois, muitas vezes, comemos antes de ir dormir; e, nesse caso, não é bom consumir carboidratos, já que não haverá necessidade de obtenção de energia.

Apesar da mistura ser recomendada existem carboidratos que são mais saudáveis que outros. Estamos falando dos carboidratos complexos, que são ricos em fibras. São exemplos desse tipo os grãos integrais e os legumes. Eles têm baixo índice glicêmico, uma absorção lenta; assim mantêm a saciedade e o corpo com mais energia por mais tempo, sem causar picos de insulina. Por outro lado, os carboidratos simples são menos saudáveis, pois apresentam alto índice glicêmico; ou seja, eles podem causar picos de insulina no organismo.

Confira uma lista dos melhores tipos de carboidratos a serem ingeridos:


  • Pão: Coma os integrais, preparados com farinha especial. São mais eficientes para a nutrição;
  • Batata-doce: Apresenta baixo índice glicêmico, portanto não tem risco de pico de insulina, e não contém glúten;
  • Batata comum: Têm carboidrato e fibra;
  • Arroz: O branco apresenta carboidrato simples, o menos indicado. Nesse caso, o melhor é o arroz integral. Uma boa opção é colocar um vegetal acompanhando o arroz, pois esse torna a absorção do carboidrato mais lenta.
uol.com.br;
gnt.globo.com.