A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um estudo que indica que as mulheres estão aumentando o consumo de álcool. Em 2010, 5,4% das mulheres diziam se diziam consumidoras de uma grande quantidade de álcool; uma segunda pesquisa, realizada em 2016, 6,9% das entrevistadas afirmaram beber em grande quantidade.
Para piorar, podemos dizer que, se tratando do álcool, as mulheres são um grupo vulnerável. As diferenças biológicas entre homens e mulheres fazem com que o sexo feminino seja menos resistente aos males causados pelo álcool.
Esse novo quadro, joga mais pressão sobre a área da saúde, pois quando há um quadro de alcoolismo, o indivíduo e as pessoas que vivem com ele sofrem muito e, além das consequências provocadas pelo álcool em seu organismo; há a situação da família que fica angustiada pela situação que um ente querido vive; questões relacionadas ao trabalho, já que nenhum empregador admite um funcionário bêbado que dá prejuízos para a empresa e causa desconforto em meio aos colegas; e, com certeza, a morte, pois, muitas vezes, a pessoa não consegue se libertar do consumo compulsivo de álcool, desenvolve doenças (como a cirrose), não trata e falece.
O consumo compulsivo de álcool também trás muitos problemas a curto prazo, como:
- redução dos reflexos;
- câncer;
- danos cerebrais;
- desnutrição;
- problemas cardiovasculares;
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