sábado, 27 de abril de 2019

Alimentos podem ser vilões para pressão arterial

Muitos alimentos auxiliam na nossa saúde e outros nem tanto. Quando falamos de pressão arterial é muito importante estarmos sempre vigilantes com os alimentos e as consequências que eles podem trazer, pois eles regulam nossa pressão (uns podem fazê-la subir e outros baixá-la).

De maneira resumida podemos dizer que devemos restringir o sódio e ingerir mais potássio, magnésio e fibras. De maneira mais prática podemos dizer que, quando formos almoçar ou jantar, devemos ter, pelo menos, metade do prato composto por vegetais, pois eles nos dão fibras e têm baixo teor de sódio e calorias.

O sal é um grande vilão; contudo devemos observar como nosso corpo se comporta na sua absorção, pois cada organismo tem uma especificidade diferente quando absorve o sal. Algumas pessoas conseguem eliminá-lo totalmente na urina. Além do sal, podemos citar outros (que geralmente contêm sal); como, por exemplo,os alimentos industrializados, algumas bebidas e cafeína.

Por outro lado, sem dúvida, temos também os que fazem o serviço contrário, ou seja, ajudam a controlar a pressão arterial; nesse grupo podemos citar: as frutas vermelhas (alimento natural, que é sempre a melhor opção), os chocolates (com mais de 60% de cacau), vegetais e folhas verdes, potássio (encontrado na banana e no abacate ajuda a eliminar o sódio do organismo), a clara de ovo (que inibe o estreitamento das artérias), as leguminosas (como o feijão) e o chá verde.

A hipertensão é uma das doenças mais perigosas. Ela, muitas vezes, não se manifesta com efeitos colaterais e, quando aparecem, já é sobre a forma de um derrame ou de um infarto. Portanto, além dos cuidados alimentares, o acompanhamento médico se faz fundamental.

metrojornal.com.br;
saude.abril.com.br




sábado, 20 de abril de 2019

Confira os dez legumes mais ricos

Os legumes são de vital importância na nossa alimentação; eles são ricos em proteínas e, assim, têm de estar constantemente em nosso dia-a-dia. Confira o ranking dos legumes mais "poderosos" e importantes para o nosso bem-estar.


  1. Brócolis: em 100g de brócolis encontramos 3,6g de proteínas. Eles são ricos em carotenóides, antioxidantes, anti-inflamatórios; além de contar com as vitaminas A, C e K que melhoram nossa imunidade. Uma dica é consumi-lo cru, assim garantimos que ele nos forneça mais nutrientes;
  2. Couve: em 100g de couve temos 2,9g de proteínas. Além disso, apresenta Vitamina A, ácido fólico e fibras (que regulam o intestino);
  3. Espinafre: em 100g de espinafre temos 2,7g de proteínas. Além disso é rica em ferro, fósforo e Vitaminas A e B. Suas propriedades ajudam a combater a anemia, desnutrição e o cansaço, além de fortalecer os ossos;
  4. Beterraba: em 100g de beterraba temos 1,9g de proteínas. Apresenta também Vitamina A, B1, B2, B3, B5 e C; potássio, cálcio, ferro e outras. É importante no combate a anemia e podeser consumida crua ou cozida;
  5. Couve-flor: em 100g temos 1,9g de proteínas. Tem as Vitaminas C e K; além de fibras e antioxidantes;
  6. Quiabo: em 100g temos 1,9g de proteínas. Tem Vitaminas A e B, cálcio, ferro, fósforo e cobre. Suas propriedades beneficia os ossos e o sangue. É indicado em alguns casos de infecções;
  7. Repolho roxo: em 100g tem 1,9g de proteínas. É rico em Vitamina C, A e B6; também é apresenta cálcio, magnésio, potássio e fósforo. Apresenta glicosinolato, substância preventiva do câncer, e antosianinas, que cuidam do coração e da imunidade, que dão a ele a textura roxa;
  8. Vagem: em 100g temos 1,8g de proteínas. Além disso apresenta Vitaminas A, C e do complexo B. É rica em minerais e fibras (que auxiliam o intestino);
  9. Almeirão: em 100g temos 1,8g de proteínas. Possui ferro, Vitamina C e K, que oferecem antioxidantes; além disso, regulam o sistema circulatório, auxiliam na coagulação e combatem casos de anemia.
vivabem.uol.com.br

domingo, 14 de abril de 2019

Dicas para por fim ao efeito sanfona

É muito comum ver pessoas passando pelo efeito sanfona (engorda - emagrece, engorda - emagrece...). Isso ocorre porque quase sempre nós, quando fazemos dieta, buscamos formas rígidas que mais parecem um auto-flagelo; e, logicamente, chega uma hora que nosso cérebro nos leva a pensar nas guloseimas gostosas de antes e é nessa hora que a coisa desanda.

Para nos preservarmos contra esse problema, vale seguir algumas dicas como, por exemplo, diminuir o grau de rigidez nas dietas. Podemos fazer o seguinte: 


  • Não corte o alimento do seu cotidiano. Ao invés de cortar aquela iguaria da sua vida, porque não diminuir a frequência com que a consumimos? É menos traumático e muito mais viável de conseguirmos; além de tudo, já é uma forma de fazer dieta;
  • Não adote dietas rápidas. A dieta tem que fazer parte da sua vida e não ser uma fase passageira, até porque além de querer melhorar a saúde, faz sentido a pessoa querer manter o corpo saudável, portanto faça com que a dieta seja parte da sua vida;
  • Foque na dieta. Tente manter seu regime; se, porventura, você "deslizar" e passar do ponto na comida, não se lamente, volte para sua dieta;
  • Mexa no regime. Nosso corpo é movido a estímulos; se você perceber que aquela dieta te deixa em uma zona de conforto, mude-a, tente algo diferente;
  • Sempre que for comer algo mais gorduroso ou que tenha muitas calorias, reflita. Pense se vale a pena; se, ao comer aquele alimento, você não vai estar jogando fora todo seu esforço e suas conquistas conseguidas até aquele momento. 
revistacasaejardim.globo.com.

sábado, 13 de abril de 2019

Consumo de refrigerante cresce no mundo

Apesar de todos sabermos dos malefícios causados pelo refrigerante, surpreendentemente, o consumo da bebida cresceu mundialmente; é o que indica uma pesquisa da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard. 

Os números são alarmantes quando levamos em consideração o que diz a OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre os refrigerantes. Segundo ela não devemos consumir mais de 50g de açúcar por dia. Só para se ter uma ideia numa lata de refrigerante de 330ml podemos encontrar 35g de açúcar; ou seja, quase a quantidade que deveríamos consumir em 24 horas.

O grande problema do refrigerante é que ele está ligado a uma possibilidade de aumento de doenças cardiovasculares e câncer. Segundo Vasanti Malik, pesquisador do Departamento de Nutrição de Harvard, a ocorrência dessas doenças está ligada a frequência com que consumimos refrigerante; ou seja, quanto mais se consome, maior a possibilidade de desenvolvimento de problemas cardiovasculares.

Diante dos problemas de saúde pública alarmantes causados pelo refrigerante, o professor de Epidemiologia e Nutrição de Harvard, Walter Willett, defende um aumento de preços para os refrigerantes, através de taxação governamental, a fim de que se contenha o consumo da bebida.

As autoridades afirmam que o refrigerante é um forte propagador da obesidade pelo mundo. Dados da OMS mostram que os casos de obesidade entre crianças e jovens (de 5 a 19 anos) saiu de 11 milhões em 1975 para 124 milhões em 2016.

epocanegocios.globo.com

Café é bom para a saúde, mas com moderação

O café pode ser vilão e bonzinho ao mesmo tempo. É muito bom para a concentração mas, em grandes quantidades, pode fazer mal a saúde. A cafeína ajuda a nos mantermos concentrados durante o dia, contudo pode interferir na qualidade do sono e assim, gerar insônia, por isso, seu consumo a noite não é recomendado.

Ou seja moderadamente, o café é uma excelente opção para a saúde. Veja, abaixo, os motivos para apreciar a bebida:


  • Melhora a concentração nos deixando em alerta;
  • Reduz os riscos de diabetes. Segundo a Associação Brasileira de Diabetes, beber café, regularmente, ajuda a insulina a trabalhar melhor, diminuindo a glicemia, após as refeições e prevenindo o diabetes;
  • Diminui o risco de Parkison e Alzheimer. O café tem proteínas capazes de inibir os riscos de Alzheimer e Parkinson.
Contudo, quando não moderamos no consumo de café, problemas pode ocorrer. A seguir:

  • Café pode nos deixar "ligados" em excesso;
  • Por ser estimulante pode causar transtornos de atenção e depressão;
  • Acaba com nosso sono;
  • Pode causar desidratação e problemas estomacais;
  • Contribui para o diabetes, já que inibe a insulina.
revistapegn.globo.com;
extra.globo.com.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Dicas para consumir alimentos mais saudáveis

Muitas pessoas têm como hábito lavar os alimentos para diminuir a incidência de agrotóxicos e parasitas sobre eles; contudo isso não é suficiente. Evitar alimentos "muito bonitos" e retirar sua casca também é uma boa medida.

Essas medidas são importantes se observarmos o quanto os agrotóxicos são presentes em nossas vidas. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no ano de 2018, houve uma a liberação de 450 tipos de agrotóxicos; e em 2019, já são 93 liberações.

Cientes de que nos livrarmos, totalmente, dos agrotóxicos é uma tarefa árdua, apresentamos, pelo menos, algumas iniciativas capazes de reduzir os malefícios provocados por eles. Vejamos:


  • Lave bem os alimentos. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), durante a lavagem podemos reduzir a quantidade de agrotóxicos que se acumulam na superfície dos alimentos;
  • Opte por alimentos característicos de cada estação. Quando um vegetal se encontra na sua estação característica, ele produz uma defesa própria contra pragas e parasitas;
  • Retire a casca dos alimentos. Segundo Adriana Pottier, coordenadora de Análise de Resíduos da Gerência Geral de Toxicologia da Anvisa, a casca dos alimentos não deixam que os agrotóxicos atinjam a polpa; assim, eles acabam se acumulando na casca;
  • Não escolha alimentos perfeitos esteticamente. De acordo com Márcia Sarpa de Campos Mello, pesquisadora do Inca, Instituto Nacional do Câncer, frutas muito bonitas, principalmente as que estão fora de época, são perfeitas por conta dos agrotóxicos;
  • Sarpa diz, ainda, que quando escolhemos comprar de um produtor de menor porte, a chance de comprar-mos algo sem agrotóxico é menor.
vivabem.uol.com.br

sábado, 6 de abril de 2019

Coco: excelente alimento para o dia-a-dia

O coco é um dos alimentos mais ricos que existe; sua água é fonte de sais minerais, sua carne branca interior fonte de gorduras saturadas; além disso, reforça a imunidade, é antifúngico, rico em fibras, acelera o metabolismo (o que é bom para quem quer emagrecer), antioxidante, previne o câncer de colo de útero e estômago etc. Ele pode ser encontrado seco ou verde.

A água de coco traz tantos benefícios a saúde que podemos falar deles durante horas. Ela auxilia aqueles que gostam da prática de esportes. Ela age como isotônico natural, pois contém eletrólitos, perdidos no suor, que hidratam o corpo. Assim sendo, para quem pratica esporte e precisa repor nutrientes, ela é uma melhor opção que a água mineral.

A água de coco regula a pressão arterial, pois o potássio da água de coco atua como um vasodilatador

O coco também nos dá várias opções de derivados. A conferir:


  • Leite de coco. Ele é bem nutritivo, pois apresenta gorduras e minerais que auxiliam o metabolismo;
  • Óleo de coco: Pode substituir o óleo de girassol e de milho no preparo de alimentos. Reforça a imunidade corporal e anti-fúngico;
  • Manteiga de coco: Rica em fibras;
  • Açúcar de coco: Possui baixo índice glicêmico, o que é bom para diabéticos.
menudodia.blogosfera.uol.com.br;
g1.globo.com;
minhavida.com.br;
vivabem.uol.com.br.

terça-feira, 2 de abril de 2019

O que são os superalimentos

Atualmente, muitos alimentos são tidos como milagrosos. Mas não é bem assim, para se obter saúde, é necessário que essas iguarias estejam inseridas num contexto de dieta. Nessa lista de famosos temos, como exemplo, o açaí.

Muitas pessoas fazem dietas, mas fumam, bebem, não praticam atividade física....Num contexto como esse, a dieta tem um efeito muito tímido e, lógico, esses tais superalimentos não servem de nada.

Alguns fatores podem servir como explicação para o sucesso desses alimentos. Segundo Janaínna Mazelli, nutricionista do Sírio Libanês, a fama desses alimentos pode estar no fato da população começar a se preocupar com aquilo que come; ela afirma que há alguns anos isso não ocorria. Há também a ação midiática que impulsiona a importância desses produtos para nosso cotidiano.

Apesar de eficazes, esses alimentos nem sempre são ideais; alguns apresentam o custo muito alto. De acordo com Fabiana Poltronieri, nutricionista e conselheira do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região, no Brasil há alimentos populares que podem fazer o mesmo trabalho. Essa teoria se comprova quando comparamos o gojiberry com o açaí, os dois são similares em propriedade; porém o açaí é muito mais acessível.

Nessa lista de alimentos com custo-benefício interessante, há alguns alimentos tradicionais. O arroz com feijão é muito nutritivo e nos traz uma sensação de saciedade tão grande que podemos ficar, por muito tempo, sem guloseimas. As proteínas, como a carne vermelha (algumas como o lagarto) e o filé de frango, são excelentes opções. 

vivabem.uol.com.br;
minhavida.com.br.