terça-feira, 30 de julho de 2019

Conheça os alimentos que podem aumentar o risco de câncer

Alguns alimentos podem funcionar como vilões que desencadeiam uma doença perigosa e difícil de ser curada: o câncer. Para entendermos melhor a situação e nos precavermos, o site Uol trouxe esclarecimentos com duas especialistas (Michele Samora - chefe da residência de oncologia clínica da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e Georgia Bentes - nutricionista do SBOC - Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)

O primeiro desses alimentos, e muito popular, é a carne processada. Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), presunto, salame, peito de peru ou de frango defumado, salsicha e linguiça podem aumentar o risco de câncer; isso porque apresentam aditivos químicos que visam aumentar a validade e dão ênfase no sabor.

Legumes em conserva: Segundo o Inca, esses alimentos estão cheios de substâncias químicas, além de sódio, que podem alterar nossa mucosa gástrica, tornando nosso estômago mais vulnerável a lesões, que podem evoluir para um tumor.

Frutas, legumes e verduras com agrotóxicos. Os agrotóxicos podem causar câncer de próstata, leucemia e linfoma não-Hodking. Isso porque altera a composição celular. Não a toa, segundo o Inca, lugares onde têm maior incidência de uso de agrotóxicos apresentam mais casos de câncer.

Refrigerante sem açúcar: O Inca pôs essas bebidas na lista de alimentos com adoçantes artificiais potencialmente cancerígenos. Claro que vale a pena lembrar que o consumo, eventual, de refrigerante não vai causar câncer; são ameaçadas as pessoas que bebem compulsivamente. 

Carne bem passada, quase torrada: O Inca recomenda que a carne seja consumida ao ponto. Isso porque a carne passada demais produz alcatrão (o mesmo encontrado no cigarro), que pode provocar o câncer.

Alimentos industrializados com conservantes: Esses conservantes visam aumentar a longevidade do produto; mas, por outro lado, apresentam sódio e outros compostos químicos que podem lesionar a mucosa gastrica, provocando o câncer de estômago.

uol.com.br.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Consumo de álcool aumenta entre as mulheres

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um estudo que indica que as mulheres estão aumentando o consumo de álcool. Em 2010, 5,4% das mulheres diziam se diziam consumidoras de uma grande quantidade de álcool; uma segunda pesquisa, realizada em 2016, 6,9% das entrevistadas afirmaram beber em grande quantidade.

Para piorar, podemos dizer que, se tratando do álcool, as mulheres são um grupo vulnerável. As diferenças biológicas entre homens e mulheres fazem com que o sexo feminino seja menos resistente aos males causados pelo álcool.

Esse novo quadro, joga mais pressão sobre a área da saúde, pois quando há um quadro de alcoolismo, o indivíduo e as pessoas que vivem com ele sofrem muito e, além das consequências provocadas pelo álcool em seu organismo; há a situação da família que fica angustiada pela situação que um ente querido vive; questões relacionadas ao trabalho, já que nenhum empregador admite um funcionário bêbado que dá prejuízos para a empresa e causa desconforto em meio aos colegas; e, com certeza, a morte, pois, muitas vezes, a pessoa não consegue se libertar do consumo compulsivo de álcool, desenvolve doenças (como a cirrose), não trata e falece.

O consumo compulsivo de álcool também trás muitos problemas a curto prazo, como:


  • redução dos reflexos;
  • câncer;
  • danos cerebrais;
  • desnutrição;
  • problemas cardiovasculares; 

minhavida.com.br;
infoescola.com.






domingo, 14 de julho de 2019

Bebidas açucaradas aumentam risco de câncer

As bebidas açúcaradas, apesar de muito gostosas, são um "veneno" para nossa saúde. Um estudo indicou que tais bebidas estão, diretamente, associadas a uma maior incidência de câncer. A pesquisa mostrou que basta 100 ml por dia desse tipo de bebida, para que haja um aumento de, aproximadamente, 20% de incidência de câncer.

O refrigerante, por exemplo, é um dos vilões que merecem destaque nessa relação de bebidas perigosas para a saúde. Segundo o Ministério da Saúde, 30% dos jovens brasileiros, com idade entre 18 e 24 anos, afirmam consumir refrigerante diariamente.

Não é apenas a questão do câncer que preocupa, quando falamos de bebidas açucaradas. A obesidade é mais um problema que deve ser evitado desde que o indivíduo ainda é criança. A Pesquisa Nacional de Saúde, feita em parceria com o IBGE, indica que 30% dos pequeninos entram em contato com o refrigerante antes de completarem dois anos.

Uma maneira de fazer isso é não adoçar as bebidas naturais, deixe que a criança se habitue com o gosto característico de cada bebida, mesmo que seja um pouco amargo; um outro ponto importante é falar sobre os benefícios das bebidas naturais, de como são saudáveis e como podem melhorar a vida da criança.

Há também o diabetes, que pode ser desencadeado pelo alto consumo de açúcar. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1980, havia 108 milhões de casos de diabetes reconhecidos ao redor do mundo; no ano de 2014, esses números saltaram para 442 milhões.

minhavida.com.br;
ibahia.com;
claudia.abril.com.br.