Alguns alimentos podem funcionar como vilões que desencadeiam uma doença perigosa e difícil de ser curada: o câncer. Para entendermos melhor a situação e nos precavermos, o site Uol trouxe esclarecimentos com duas especialistas (Michele Samora - chefe da residência de oncologia clínica da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e Georgia Bentes - nutricionista do SBOC - Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)
O primeiro desses alimentos, e muito popular, é a carne processada. Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), presunto, salame, peito de peru ou de frango defumado, salsicha e linguiça podem aumentar o risco de câncer; isso porque apresentam aditivos químicos que visam aumentar a validade e dão ênfase no sabor.
Legumes em conserva: Segundo o Inca, esses alimentos estão cheios de substâncias químicas, além de sódio, que podem alterar nossa mucosa gástrica, tornando nosso estômago mais vulnerável a lesões, que podem evoluir para um tumor.
Frutas, legumes e verduras com agrotóxicos. Os agrotóxicos podem causar câncer de próstata, leucemia e linfoma não-Hodking. Isso porque altera a composição celular. Não a toa, segundo o Inca, lugares onde têm maior incidência de uso de agrotóxicos apresentam mais casos de câncer.
Refrigerante sem açúcar: O Inca pôs essas bebidas na lista de alimentos com adoçantes artificiais potencialmente cancerígenos. Claro que vale a pena lembrar que o consumo, eventual, de refrigerante não vai causar câncer; são ameaçadas as pessoas que bebem compulsivamente.
Carne bem passada, quase torrada: O Inca recomenda que a carne seja consumida ao ponto. Isso porque a carne passada demais produz alcatrão (o mesmo encontrado no cigarro), que pode provocar o câncer.
Alimentos industrializados com conservantes: Esses conservantes visam aumentar a longevidade do produto; mas, por outro lado, apresentam sódio e outros compostos químicos que podem lesionar a mucosa gastrica, provocando o câncer de estômago.
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