sábado, 31 de agosto de 2019

Não bebemos a quantidade de água que nosso corpo precisa diariamente

Todos sabem que a água é importantíssima para a saúde; mas como muitos sabem, não tomamos a quantidade mínima do que precisamos. Segundo uma pesquisa da Danone Research, tomamos cerca de 769 ml de água por dia, quando o ideal era dois litros diários. 

Sucos e refrigerantes poderiam ser incluídos, mas por conterem açúcar, não foram levados em consideração. Segundo a nefrologista Camila Rodrigues, do Hospital das Clínicas de São Paulo, sucos e refrigerantes não podem ser levados em consideração, porque eles não evitam a formação de pedra nos rins; aliás, podem aumentar esse risco, por conterem açúcar.

A água pura é extremamente benéfica para a saúde, de acordo com a nutricionista Ana Carolina Colucci Paternez, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Mackenzie, a fórmula da água, H2O, ajuda, exaustivamente, no processo de digestão, respiratório e cardiovascular; é importante também para a manutenção da temperatura corporal, no transporte de nutrientes e na eliminação de substâncias.

Apesar dos números ainda serem modestos, quando pensamos na quantidade de água que bebemos e o quanto deveríamos beber, há um aumento do consumo de água mineral no Brasil. Segundo Carlos Alberto Lancia, presidente da Associação Brasileira de Indústrias de Águas Minerais, Abinam, isso ocorre por conta de um aumento da preocupação dos brasileiros em buscar produtos saudáveis.

Além da água pura, existem outras opções para aqueles que não costumam beber água natural. Confira:


  • Água mineral: Não passa por nenhum tratamento. Apresenta vários componentes benéficos a saúde, devido ao lugar onde se encontra;
  • Água com gás: Hidrata o corpo, porém aumenta a possibilidade de formação de gases;
  • da torneira: Apresenta cloro que mata diversos parasitas. Contudo, não há garantia de que ela seja saudável;
  • Água alcalina: Possui pH acima de 7 (um corpo saudável precisa ter entre 7,35 e 7,45 no sangue). O pH na condição ideal, tem a capacidade de desintoxicar o organismo e harmoniza a bioeletricidade celular;
  • Água destilada: É a mais pura; porém não é saudável, por não apresentar nutrientes. É usada para produzir produtos industrializados.
Para Lancia, das opções acima, a melhor água para ser consumida é a mineral, pois passa por rigorosas fiscalizações a cada três anos; e a empresa que não se atende as exigências, é banida do mercado. 

saude.abril.com.br;
agua.cancaonova.com.








sábado, 24 de agosto de 2019

Confira os alimentos ricos em Vitamina K

A Vitamina K é vital para o bom funcionamento do corpo humano. Ela melhora a coagulação sanguínea, a cicatrização e fortalece os ossos; logicamente, a deficiência dessa vitamina pode causar hemorragias, surgimento de hematomas, problemas nos ossos e dores abdominais. A Vitamina K pode ser encontrada em vários alimentos, tais como: espinafres, repolho branco, couve manteiga, folhas de nabo e etc.

Quando age na coagulação sanguínea, a Vitamina K ajuda as proteínas a se transformarem em substâncias que contribuem para a coagulação sanguínea, como consequência, torna o processo de cicatrização mais eficiente.

Nos ossos, a Vitamina K melhora a fixação do cálcio nos ossos. Esse cálcio é importantíssimo para o fortalecimento dos ossos. Em casos de osteoporose, a Vitamina K é, muitas vezes, indicada.

Em casos de nascimento de prematuros, a Vitamina K também tem sua relevância. Crianças prematuras correm risco de hemorragia e, como dito no início do texto, a Vitamina K pode prevenir problemas desse tipo.

A Vitamina K se divide em três subcategorias: K1, K2 e K3. O tipo K1 é encontrado em alimentos de origem animal, o K2 é produzida por nossa flora intestinal e o K3 encontramos em suplementos industrializados produzidos em laboratório.

Possíveis problemas com a deficiência de Vitamina K são identificados através de exames de sangue. O público que mais corre risco de déficit dessa vitamina são pessoas que passaram por cirurgia bariátrica ou que tomam medicamentos que dificultam a absorção de gorduras.

uol.com.br;
minhavida.com.br.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Alimentos em excesso podem fazer mal

Existem vários tipos de alimentos na natureza (fora os industrializados). Quando falamos de alimentos naturais, logo temos a impressão de que trata-se de algo que nos vai fazer bem, melhorar nossa saúde, nosso dia-a-dia e isso é verdade. Porém não é algo certeiro; tudo vai depender da quantidade de determinado nutriente que ingerimos.

Por exemplo, vejamos as vitaminas. Quando se fala em vitaminas pensamos em algo bom para a saúde; mas o excesso de Vitamina C, por exemplo, pode neutralizar os radicais livres e provocar sangramento na gengiva; Vitamina A em excesso, pode causar desconforto abdominal, perda de peso, vômito e dores na cabeça; e a Vitamina D pode causar insuficiência renal.

As proteínas também podem ser um problema. Elas são excelentes fontes de energia mas, se a consumimos de forma desenfreada, ela pode gerar a obesidade.

O iogurte também é outro que está em uma linha tênue entre o saudável e o nocivo. Isso porque, enquanto está em seu aspecto natural, é de fato saudável; mas, quando vai para a industrialização, recebe uma grande quantidade de açúcar. A OMS (Organização Mundial da Saúde) determina que o consumo de açúcar (incluindo aqueles existentes nos alimentos) não ultrapasse 10% das calorias consumidas diariamente.

Isso vem sendo uma preocupação constante do Ministério da Saúde e da Anvisa que quer que as marcas mostrem com mais clareza sua composição nos rótulos. De acordo com Ana Clara Duran, nutricionista da Unicamp, o "lado ruim" do iogurte não é apresentado e seu consumo ocorre sem muita conscientização.

uol.com.br;
hojeemdia.com.br;
bbc.com.