No dia 11 de maio de 1852 foi construída a primeira linha telegráfica no Brasil. Na sua formação foram usados alunos da escola militar (como telegrafistas) e as estruturas foram montadas por presos da Casa de Correção. A construção da linha telegráfica no Brasil tinha por objetivo facilitar a comunicação entre o nosso país e Portugal (na época, o Brasil ainda era colônia).
A linha telegráfica ligava o Palácio da Quinta da Boa Vista ao Quartel General do Exército, ao Campo de Santana, através de uma linha telegráfica subterrânea de 4.300 metros de extensão; porém devido a eficiência do telégrafo, a linha foi ampliada e passaram a fazer parte do sistema o Morro do Castelo e os Arsenais de Guerra e da Marinha. Em 1857, a linha telegráfica foi ampliada chegando a cidade de Petrópolis, com 50,6 km.
Inicialmente, o telégrafo tinha o objetivo de facilitar a comunicação sobre assuntos políticos e militares (tanto é que foi, amplamente, usado na Guerra do Paraguai), além de servirem para a comunicação entre os portugueses, que aqui chegavam, e Portugal, com o objetivo de passar informações sobre a viagem e suas impressões sobre o Brasil.
No fim do século XIX, o telégrafo foi melhor estruturado pela ação de Cândido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon, patrono das comunicações no Brasil, ele fez o telégrafo chegar a outras províncias do império, tais como Pernambuco, Paraíba e o atual estado do Ceará.
Embora só tenha chegado ao Brasil em 1852, o telégrafo foi inventado em 1835 por Joseph Henry e Samuel Morse; sendo que este último introduziu as linhas telegráficas no mundo inteiro. Tais linhas tinham fundamento num sistema de pontos e traços para a codificação das mensagens.
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