terça-feira, 21 de abril de 2015

Primeira vitória de Senna na Fórmula-1 completa 30 anos

O piloto Ayrton Senna conquistou sua primeira vitória na Fórmula -1 em 21 de abril de 1985, durante o Grande Prêmio de Estoril, em Portugal. Embora tenha vencido, aquele fim de semana foi cheio de altos e baixos para o campeão. Após marcar a pole position, Senna viu seu motor explodir durante a volta de apresentação comprometerndo o câmbio e a suspensão. 

A sorte de Senna começou a mudar quando caiu uma chuva. As equipes chamaram seus carros para os boxes para adaptá-los a pista molhada; e esse foi o tempo que a Lotus precisava para ajustar o carro de Ayrton.

Com a pista encharcada, grandes nomes da Fórmula-1 de então como Alain Prost, Nelson Piquet e Keke Rosberg tiveram problemas e abandonaram. Assim a vitória foi ficando mais fácil para Ayrton que chegava a liderança.

A partir daí, Ayrton Senna mostrou  que não era líder por sorte. Com um desempenho impressionante, Ayrton Senna colocou uma volta no terceiro colocado e abriu uma vantagem de mais de um minuto para o segundo colocado.

A vitória de Ayrton Senna pôs a equipe Lotus (para qual ele corria) em êxtase. A Lotus não vencia uma corrida de Fórmula-1 há mais de três anos. A partir daquele momento, o estafe da equipe tinha certeza de que Senna era capaz de fazer a Lotus reviver seus momentos de glória.

Aquela foi a temporada de afirmação de Ayrton Senna como um dos maiores pilotos da história da Fórmula-1 e, também, de renascimento da equipe Lotus. Senna, além da vitória, marcou sete pole-positions.

Nas duas temporadas seguintes Senna venceu mais quatro corridas com a Lotus: na Espanha e nos EUA (1986) e Mônaco e EUA (1987). Em 1988, Senna venceria seu primeiro mundial de três campeonatos mundiais com a equipe Mclaren-Honda. 

Infelizmente, Senna teve seu revés no dia primeiro de maio de 1994. Após três títulos e atuações memoráveis com a McLaren, Senna se transferiu para a Williams alegando que o carro da McLaren não era competitivo o suficiente. 

Infelizmente, essa não se mostrou uma boa escolha, pois com mudanças no regulamento, a Williams teve que modificar o carro e as tais mudanças tornaram o carro da Williams instável, tanto é que Senna afirmava, cotidianamente, que se sentia receoso e que estava perigoso guiar o Williams. 

As reclamações de Senna se mostraram contundentes, quando na sétima volta do GP de San Marino, na Itália, O carro de Senna, que saía facilmente do chão, bateu violentamente contra o muro, a suspensão quebrou e um dos braços entrou pela viseira perfurando o cérebro do piloto provocando a morte do campeão.

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